Apple que se cuide: Xiaomi quer abrir mais de 1000 lojas físicas até 2020

Por Redação | 28 de Setembro de 2016 às 21h45

A Xiaomi não leva o título de "Apple da China" à toa. Na mesma toada da fabricante norte-americana de computadores, smartphones, tablets e outros gadgets, a nova gigante chinesa agora revela planos de expandir seu ramo de atuação para o varejo físico. Até o momento, a Xiaomi vendia seus aparelhos apenas pela web ou por meio de revendedores autorizados.

A ideia da companhia é abrir 1.000 lojas físicas até 2020. O prazo parece curto, mas o desafio foi lançado com base na necessidade dos clientes, que precisam tocar e testar os dispositivos antes de comprar. Entretanto, apesar do número empolgante de pontos de venda, a chinesa ainda não fez nenhum comentário a respeito de locais. Por ora, não sabemos quantas dessas lojas ficarão na China, nem quantas chegarão em outros países.

Segundo o Tech in Asia, a manobra da companhia vem em boa hora, a fim de gerar mais receita e expandir seus produtos para o mercado global. E a expectativa é que, até o fim de 2016, 60 lojas já estejam construídas e funcionando.

A ideia é boa, mas cara. A Xiaomi já tem seu nome bem conhecido no mercado, mas vale lembrar que não está sozinha, ao lado de grandes players como Huawei, a maior fabricante de smartphones do mundo, com mais de 11 mil lojas na China, e Samsung, que tem lojas físicas espalhadas no mundo todo — isso para não citar a própria Apple.

Pelo visto, o mar está para peixe quando o assunto são vendas: a companhia já registrou mais de 3 milhões de cadastros para a pré-venda do seu mais novo dispositivo, o Xiaomi Mi 5S (e sua versão Plus), top de linha da companhia.

Com informações do Digital Trends e do Tech in Asia

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