Xiaomi será líder mundial em smartphones em menos de 10 anos, dispara presidente

Por Redação | 20 de Novembro de 2014 às 16h30
photo_camera Reuters

É difícil acreditar que a Xiaomi tenha completado apenas quatro anos de existência. Fundada em 2010, a empresa chinesa teve uma ascensão rápida e em pouco tempo passou a ocupar o 3º lugar entre os maiores fabricantes mundiais de smartphones, atrás apenas da Apple e Samsung.

A companhia chinesa já conquistou a liderança no mercado local, mas sua maior ambição é vencer as empresas Apple e Samsung no mercado mundial. E esse caminho está sendo percorrido, uma vez que a empresa estima vender 100 milhões de smartphones em 2015 – este ano deve fechar com "apenas" 60 milhões.

No que depender do atual CEO da empresa, Lei Jun, é provável que a empresa não permaneça em 3º lugar por muito tempo. Jun, manifestando os planos da empresa com muita objetividade, declarou que a Xiaomi se tornará a "maior fabricante mundial de smartphones em um prazo de 5 a 10 anos".

A declaração ocorreu na 1ª Conferência Mundial sobre Internet (WIC, na sigla em inglês) que teve início ontem (19), na China, e se estenderá até sexta-feira.

Lei Jun

Jun, que chama a própria marca de "Apple chinesa" e que é considerado por muitos como o "Steve Jobs da China", certamente sabe do que está falando e ilustrou a expansão da Xiaomi em termos territoriais, citando a conquista de 6 novos mercados: Hong Kong, Taiwan, Singapura, Malásia, Indonésia e Índia. Destacando-se aqui o mercado indiano, no qual a Xiaomi deve se tornar o maior fornecedor de smartphones em, no máximo, dois anos.

Segundo a própria Xiaomi, daqui um ano haverá 200 milhões de usuários de smartphones da marca, sem levar em consideração outras tecnologias móveis como os cameraphones, os tablets de alta tecnologia, telefones à prova d´água, entre outros segmentos.

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