Smartphones deverão responder por 82% das vendas de celulares em 2017

Por Redação | 26 de Novembro de 2013 às 15h00
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Vivemos num país em que há algum tempo tem mais aparelhos celulares que pessoas. E podemos apostar que se você não tem um smartphone, com certeza conhece alguém que tenha um desses aparelhos inteligentes e com sistema operacional complexo. Eles já representam cerca de 39% do total de aparelhos vendidos no Brasil e a tendência é que conquistem cada vez mais usuários.

Esse número também reflete a realidade mundial, na qual as pessoas ainda preferem os chamados feature phones. As razões são inúmeras e vão desde o baixo preço dos aparelhos, passando por sua disponibilidade e culminando no atendimento das necessidades de realização de ligações e envio de mensagens de texto. Mas o que esperar do futuro? Será que essas pessoas testemunharão o avanço dos smartphones como nós, brasileiros, estamos testemunhando agora? Aparentemente sim – é o que diz uma pesquisa feita pelo NPD.

De acordo com a pesquisa feita pelo NPD, a vende de smartphones deve crescer 21% anualmente e, até 2017, esses aparelhos representarão 82% do total de vendas no mercado global

De acordo com a pesquisa feita pelo NPD, a vende de smartphones deve crescer 21% anualmente e, até 2017, esses aparelhos representarão 82% do total de vendas no mercado global

De acordo com ela, em quatro anos os smartphones representarão 82% do total de vendas de aparelhos celulares no mundo todo. O crescimento será puxado, principalmente, pelo mercado chinês, que sozinho deverá ser responsável por 30% das vendas até 2017. Até lá, os smartphones devem imprimir um crescimento anual médio de 21 pontos percentuais, enquanto os feature phones devem sentir uma queda de 16% por ano.

Segundo a analista do NPD Tina Teng, esse crescimento vertiginoso é causado pelos smartphones de entrada que, geralmente, têm um baixo custo e atraem aqueles que procuram seu primeiro dispositivo inteligente. "O crescimento da participação dos smartphones no mercado será patrocinado principalmente pelos aparelhos de baixo custo e de entrada de marcas internacionais nos mercados emergentes", declarou. "A expectativa é que haja cortes agressivos nos preços para incentivar os consumidores a adquirirem seu primeiro aparelho do tipo", enfatizou a analista.

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