Futurecom: Huawei Ascend P6 chega ao Brasil em novembro

Por Rafael Romer | 22 de Outubro de 2013 às 17h34

A Huawei anunciou nesta terça-feira (22) que seu smartphone Ascend P6 chega oficialmente ao Brasil no dia 25 de novembro. Apresentado em junho deste ano, o dispositivo é atualmente o mais fino do mercado, com apenas 6,18mm de espessura. A venda deverá ser feita por meio de canais diretos (Lojas Americanas, Submarino e Shoptime) e terá dois anos de garantia no Brasil.

Apenas as cores preta e rosa serão vendidas no país. A versão 3G também será a única disponível por aqui. A pré-venda do dispositivo será realizada a partir do dia 15 de novembro, quando o preço deverá ser divulgado ao público. “A gente entende que existe um mercado difuso em relação a modelos e características de fabricação local em alguns aparelhos”, explica Vinícius Dalben, COO da Huawei no Brasil. "Optamos por não lançar por operadora porque entendemos que não seria o melhor canal de vendas para esse modelo".

O Ascend P6 pesa apenas 120 gramas e possui uma tela de 4,7 polegadas, com resolução de 1280x720 pixels. O processador quad-core de 1,5GHz é de fabricação própria da Huawei, e o dispositivo ainda traz 2GB de memória RAM e 8GB de armazenamento interno, que pode ser expandido por um cartão microSD. A câmera traseira é de 8 megapixels e a frontal, de 5 megapixels. O Android 4.2.2 (Jelly Bean) também recebe a customização Emotion UI 1.6, que traz algumas funções de câmera, reconhecimento de face e widgets sociais.

O lançamento do P6 no Brasil acontece de maneira quase simultânea ao de 19 outros países na América Latina. A Huawei não revela suas expectativas locais, mas a intenção da empresa é vender ao menos 10 milhões de unidades de seus smartphones globalmente neste ano. No ano passado, a empresa fechou o último semestre com o terceiro lugar do ranking das fabricantes que dominam o mercado de smartphones.

Na América Latina, a chinesa se prepara para uma mudança de operação que deve migrar a administração da região do escritório de São Paulo para Buenos Aires, na Argentina. "O Brasil é muito grande, comparado com os demais países circunscritos na mesma gestão. Acabava que a presidência sul-americana tinha muito foco no Brasil e deixava os outros paises mais distantes da gestão", afirma Dalben. Apenas diretores expatriados devem deixar o Brasil e nenhuma vaga deve ser cortada no país.

O executivo ainda avalia que isso não representa um enfraquecimento do cenário brasileiro frente à América Latina para a empresa, mas que o Brasil está pronto para uma operação localizada própria, enquanto o escritório argentino focará em outros países da região. A empresa também produzirá aparelhos na Argentina. Por ora, os Ascend P6 trazidos para cá serão importados da China.

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