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Funcionário da Foxconn é preso por vender peças do iPhone 6

Por Redação | 16 de Setembro de 2014 às 14h19
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Um trabalhador da Foxconn, empresa responsável pela fabricação de dispositivos da Apple, foi detido por supostamente roubar carcaças do iPhone 6 e vendê-las para o mercado de aparelhos móveis, em Shenzhen, na China.

De acordo com um relatório o homem teria 40 anos e é identificado como Qiao. Ele foi detido no dia 04 de setembro pela polícia chinesa depois de ser descoberto por roubar seis peças do iPhone 6 e vendê-las por cerca de US$ 960, segundo afirmou um jornal controlado pelo governo local. O The Wall Street Journal também noticiou a detenção do suspeito, afirmando que funcionários da fábrica confirmaram o fato e que a investigação está em curso.

De acordo com relatos, o trabalhador da Foxconn roubou a primeira peça do iPhone 6 no mês de julho, depois de ver um anúncio relacionado a uma empresa "que comprava peças da Apple a preços elevados". Após ligar para a empresa oferecendo a peça roubada por um bom preço, o funcionário teria vendido mais cinco carcaças do novo smartphone.

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Semana passada, a Apple anunciou o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus. O primeiro é caracterizado por uma tela de 4,7 polegadas, enquanto o iPhone 6 Plus tem um tamanho superior com um display de 5,5 polegadas. Os novos aparelhos se tornaram os produtos da Maçã mais populares até hoje, atingindo um recorde de vendas com 4 milhões de unidades em apenas 24 horas. A pré-venda dos smartphones começaram nesta sexta-feira (12) nos Estados Unidos e em outras partes do mundo.

Na China, o iPhone 6 ainda não tem uma data de lançamento. Operadoras já começaram a fazer um pré-cadastro para clientes interessados. No entanto, não há um cronograma exato para o início das vendas. O fato do trabalhador ter sido detido por vazar partes do iPhone não é nenhuma surpresa. No entanto, a Foxconn manteve um controle rígido sobre os componentes do iPhone 6, tanto que quando suspeitou do algum vazamento, imediatamente contatou a polícia local para iniciar uma investigação. A polícia demorou cerca de 20 dias para identificar o único suspeito até então.

Um representante da Foxconn disse a CNET que "por uma questão de política da empresa, a Foxconn não comentará sobre qualquer aspecto do trabalho realizado por qualquer um de seus funcionários". O porta-voz ainda acrescentou que a empresa "tem um rigoroso código de conduta que os funcionários são incentivados a adotarem em seu trabalho e que não hesitará em tomar medidas adequadas, inclusive trazendo à atenção das autoridades locais para aplicação da lei em determinados casos".

A Apple não emitiu nenhum comentário sobre o fato.

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