Procon divulga lista com 500 sites de e-commerce fraudulentos

Por Redação | 17.07.2017 às 11:26

O Procon de São Paulo divulgou uma lista com 500 sites fraudulentos, voltados para aplicar golpes em consumidores e roubar seus dados pessoais e financeiros. O relatório publicado pelo órgão está disponível online e é de fácil consulta, trazendo URLs, CNPJs e o nome das empresas que estariam por trás das práticas.

Muitos dos endereços listados já saíram do ar, seja pelas mãos dos próprios administradores ou por ações das autoridades, mas a maioria deles continua online. E, em quase todos os casos, o funcionamento é o mesmo, com o golpe sendo aplicado a partir de ofertas e preços bem mais baixos que o normal em produtos de bastante procura, como smartphones, televisores ou consoles de videogame. Alguns golpistas não se limitam apenas a isso e chegam a copiar a aparência e identidade visual de e-commerces maiores, como mais uma forma de ludibriar os consumidores.

Na maioria das ocasiões, o resultado da ação é o mesmo. Na melhor das hipóteses, o consumidor realiza o pagamento e jamais recebe o produto adquirido. Em alguns casos, seus dados de cartão de crédito acabam sendo usados para mais contas fraudulentas, aumentando o prejuízo e obrigando-o a entrar em contato com a instituição bancária para cancelamento.

Junto com a lista, o Procon indica algumas ações para que os usuários confirmem a veracidade de ofertas e sites de comércio eletrônico. A principal delas é desconfiar de preços muito abaixo do mercado, principalmente aqueles incompatíveis com a categoria de produto ofertada. Caso você veja um iPhone, por exemplo, custando metade do preço da esmagadora maioria das outras lojas, é melhor ficar de olho.

Além disso, ao comprar online, é uma boa prática procurar apenas lojas reconhecidas, seja por meio de recomendações de amigos ou por comentários na imprensa. Preferir grandes varejistas também é uma maneira de fazer compras tranquilamente na internet, mas caso esteja diante de sites menores, faça pesquisas pelo nome e CNPJ do comércio em busca de reclamações ou indícios de fraude.

Fonte: Procon-SP