Guerra do Iraque: WikiLeaks publica mais de 1,2 mil e-mails de Hillary Clinton

Por Redação | 05 de Julho de 2016 às 20h11
photo_camera Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (4), o portal WikiLeaks publicou 1.258 e-mails privados da ex-secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton sobre a Guerra do Iraque. Os documentos, obtidos por fontes anônimas, foram divulgados no dia anterior à apresentação, na Grã-Bretanha, de um relatório sobre os conflitos do país do Oriente Médio.

Ahead of the #Chilcot report: 1258 Hillary Clinton emails on #Iraq https://t.co/HNnujrB20o

A polêmica sobre os e-mails teve início em 2015, ocasião em que a imprensa dos Estados Unidos anunciou que a atual candidata à presidência, durante os quatro anos em que atuou no Departamento de Estado, utilizou uma conta pessoal para trocar informações oficiais.

De acordo com o comunicado do site, 30.322 e-mails foram enviados e recebidos pelo e-mail privado de Clinton. As mensagens continham 50.547 páginas de documentos datados entre 30 de junho de 2010 e 12 de agosto de 2014.

In this email Hillary ("H") knowingly instructs her staff to send a classified doc unsecure https://t.co/T17JQfjWK7 pic.twitter.com/xwGzXF6tX1

Após as publicações, o FBI anunciou que apesar de a ex-secretária ter sido "extremamente descuidada", não há razões para a apresentação de acusações contra ela: "Embora existam evidências de potencial violação dos estatutos que regem o uso de informação classificada, nossa opinião é que nenhum procurador razoável apresentaria acusações neste caso."

Mesmo com o posicionamento do FBI, os adversários da candidata afirmam que a descoberta demonstra a violação das regras de proteção aos documentos sigilosos, considerando o caso como crime. Clinton, diante disso, pediu desculpas e concordou que deveria ter sido mais cuidadosa.

Fontes: The Daily Dot, G1

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