Fake news são responsáveis por 5,3% dos links maliciosos no Brasil

Por Ramon de Souza | 21 de Maio de 2018 às 16h58
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O dfndr lab, laboratório de pesquisas em cibersegurança da empresa brasileira PSafe, acaba de divulgar a mais nova edição de sua pesquisa trimestral sobre links maliciosos. De acordo com a companhia, embora a quantidade de endereços suspeitos detectados tenha sido menor em comparação com o trimestre passado (56,9 milhões versus 66,1 milhões, uma redução de 13,9%), outras estatísticas preocupantes chamam atenção.

De todos os links encontrados pela PSafe, 65,50% deles são tentativas de phishing; em segundo lugar e terceiro, temos peças de publicidade suspeitas (com 14,30%) e fake news (5,30%). Como poderíamos imaginar, o maior vetor para esse tipo de ataque continua sendo o WhatsApp, que serviu como palco para 37,2 milhões de tentativas de phishing no período — na maioria das vezes, os alvos são enganados com falsas propostas de emprego.

Já as fake news contabilizaram 2,9 milhões de ciberataques, um aumento de 11,97% em comparação com o trimestre anterior. Novamente, o WhatsApp continua sendo o principal vetor de disseminação de notícias falsas, respondendo por 95,7% dos casos. A pesquisa revela ainda que homens clicam três vezes mais em links maliciosos do que as mulheres — o público femininos simboliza apenas 25,5% das infecções.

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Fonte: PSafe/dfndr lab

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