A necessidade de ter um plano adequado contra a cibercriminalidade

Por Colaborador externo | 29 de Setembro de 2015 às 08h00

Por Peter Smails*

Podemos citar vários avanços tecnológicos que surgiram nos últimos anos. Antes, era um privilégio ter acesso à internet, tanto que não era uma prioridade para muitos, mas agora há uma necessidade de estar conectado, tanto no trabalho, quanto nas horas de lazer.

A internet tem nos dado muitas vantagens. Processos foram melhorados, as comunicações foram racionalizadas e o papel virou código binário. E como informação digital também é dinheiro, devemos sempre permanecer vigilantes para evitar ciberfraudes.

Como a ameaça de criminosos estavam se tornando mais complexas, os usuários foram obrigados a aumentar sua segurança. O cibercrime é uma fábrica especializada em roubo de produtos financeiros pessoais de informação e transações de comércio eletrônico e negócios.

De acordo com um estudo divulgado pela Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (CEPAL), os custos de crimes cibernéticos somaram US$ 113,000 milhões em 2013, em 24 países.

A questão não é só prevenir, mas ter um sistema de alerta rápido para combater ataques o mais rápido possível, minimizando perdas e expondo o crime cibernético. De acordo com os nossos estudos, no primeiro semestre de 2014, o roubo de identidade resultou em perdas de US 2.200 bilhões em empresas globais. A segurança cibernética tornou-se prioridade na vida de muitas pessoas e empresas.

Mas você não precisa ser parte de uma grande organização para começar a aplicar políticas antifraude. Veja algumas recomendações para fazer um bom uso da informação digital:

  • Desconfie de e-mails cujo remetente você desconheça. Evite acessar páginas ou links para promoções, lembretes ou atualizações de documentos que aparecem em sua caixa de entrada sem mais, nem menos.
  • Use senhas complexas, com números, letras e que, de preferência, só você saiba. Não guarde como parte da memória do computador.
  • Limite a quantidade de informações que você compartilha sobre si mesmo em redes sociais.
  • Desligue rastreamento e localização geográfica em aplicativos em que essa funcionalidade seja desnecessária.
  • Fala sempre o logout de aplicativos online e móveis quando terminar de usá-los.
  • Evite o uso de Wi-Fi abertos para realizar operações sensíveis.
  • Use autenticação para e-mail e outras contas online que oferecem esse serviço.
  • Mantenha seus dispositivos com as últimas atualizações de software e segurança.
  • Compreenda e faça os ajustes das configurações de privacidade dos serviços de internet, aplicações móveis e dispositivos que você usa.

*Peter Smails é vice-presidente de marketing de produtos EMC

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