Solução SAS contra lavagem de dinheiro é premiada por revista britânica

Por Redação | 13 de Agosto de 2013 às 11h15

O SAS foi escolhido o melhor provedor de soluções de compliance e de combate a fraudes e lavagem de dinheiro pelos leitores da revista britânica Waters, especializada em tecnologia da informação para o setor financeiro. Em abril deste ano, o SAS Anti-Money Laundering (AML) também ganhou destaque no relatório RiskTech, da empresa de pesquisas Chartis.

"O reconhecimento tanto por parte dos usuários quanto de analistas de mercado comprova nossa expertise e a eficiência da nossa solução de compliance", afirmou em nota oficial Carlos Sovegni, especialista em prevenção e combate à fraude em instituições financeiras do SAS Brasil.

O executivo afirmou que a ferramenta do SAS passou a tirar muito proveito dos dados durante os processos de detecção, investigação e relato de potenciais atividades ilícitas com a incorporação de análises de alto desempenho, compatíveis com o Big Data, em sua solução. "Essa inovação eleva consideravelmente o nível de identificação de operações suspeitas, reduz a ocorrência de falsos-positivos e fornece informações mais relevantes e precisas, permitindo que os investigadores concentrem seus esforços nos casos específicos", explicou Sovegni.

A solução premiada faz parte do SAS Financial Crimes, que reúne diversas tecnologias para a detecção, prevenção e gestão de crimes financeiros. Além disso, a companhia também mantém um grupo de usuários focado no combate à lavagem de dinheiro, permitindo assim que os clientes da empresa compartilhem seus conhecimentos e as melhores práticas a serem adotadas para combater este tipo de crime.

"Nos orgulhamos do fato de que nenhum dos nossos clientes esteve envolvido com incidentes relacionados à lavagem de dinheiro após utilizar a solução SAS AML. Atualmente, dez dos 12 maiores bancos do Brasil utilizam o SAS para diversas aplicações, tais como gerenciamento de dados, análises estatísticas, modelagens de crédito, comportamento de clientes, gestão de riscos e detecção de processos impróprios e fraudulentos", concluiu Carlos Sovegni.

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