Redes sociais são 'parquinhos' perigosos para crianças, revela estudo

Por Redação | 19 de Junho de 2013 às 10h45

Atualmente, muitas residências possuem mais de um dispositivo com conexão à internet disponível, o que torna o acesso de crianças à rede cada dia mais fácil. No entanto, um estudo conduzido pela Kaspersky Lab utilizando como base suas ferramentas de Controle dos Pais aponta que as redes sociais estão entre os lugares mais perigosos para crianças na internet.

O estudo registrou 52 milhões de tentativas frustradas de acessar redes sociais e mais de 25 milhões de tentativas de acesso a sites com conteúdos pornográficos. E entre os sites mais bloqueados pelos recursos de Controle dos Pais estão também os sites de compras online. A análise foi feita entre os meses de janeiro e maio deste ano, visando apontar os locais mais perigosos para as crianças no mundo virtual.

Além dos conteúdos mais bloqueados pelas ferramentas, a pesquisa da Kaspersky Lab identificou também que as preferências das crianças na internet mudam de país para país. No Brasil, os resultados se mostram mais próximos da média global, com 22,34% dos internautas mirins tentando acessar redes sociais, 18,91% sites pornográficos e 16,76% lojas virtuais. No Japão, a tendência entre as crianças é buscar por chats e fóruns de discussão (34,25%), muito diferente de outras crianças ao redor do mundo, enquanto nos Estados Unidos, a pornografia lidera as tentativas de acesso com 22,02%, seguida de perto pelas lojas online com 19,50% e pelas redes sociais com 18,88% das tentativas.

Confira abaixo o ranking global de sites bloqueados pelo Controle dos Pais, de acordo com a Kaspersky Lab:

Redes Sociais (31,26%)

Sites pornográficos e eróticos (16,83%)

Lojas Online (16,65%)

Bate-papo e fóruns (8,09%)

Webmail (7,39%)

Software ilegal (3,77%)

Jogos Casuais (3,19%)

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