Home Office, um alvo fácil para cibercriminosos que desejam invadir empresas

Por Redação | 16 de Fevereiro de 2013 às 15h50

Um estudo realizado pela empresa de treinamento de segurança 'PhishMe' mostrou que funcionários que trabalham de casa são alvos fáceis para cibercriminosos que desejam atacar a rede interna da companhia.

Dentre os mil trabalhadores do Reino Unido que foram entrevistados, quase metade (49%) demonstrou uma maior preocupação em sofrer ataques em casa do que no trabalho, enquanto 36% não vê muita diferença no tamanho do risco em cada ambiente.

Dentre os ataques mais comuns sofridos pelos adeptos do home office está o phishing, já que mais da metade dos entrevistados pela PhishMe alegaram que recebem entre uma e 9 mensagens mal intencionadas por dia. Uma em cada cinco pessoas assumiu ter sido enganada pelos links maliciosos.

Um dos fatores que facilita a ação nesse tipo de situação é o fato de as pessoas não se preocuparem o suficiente com a segurança virtual e a proteção dos seus computadores em casa. Além disso, o hábito de navegação das pessoas em casa, na maioria das vezes, é diferente daquele que elas possuem no ambiente corporativo. Após conseguir infectar o computador da vítima, os cibercriminosos podem chegar à rede da empresa por meio de um notebook, USB, ou até mesmo por uma rede privada virtual (VPN).

"Se o objetivo principal do criminoso é simplesmente obter acesso interno à rede, ele não fará diferença. Todos são alvo em potencial. Os métodos são cada vez mais sofisticados e cibercriminosos utilizam plataformas sociais mais e mais para personalizar mensagens e enganar as pessoas a fim de fazê-las abrir", explica Aaron Higbee, CTO da PhishMe.

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