Estudo: Sistemas de segurança geram insatisfação nas empresas

Por Redação | 16 de Setembro de 2013 às 08h40

Garantir a segurança patrimonial é uma das prioridades de muitas empresas. Porém, grande parte delas está descontente com os resultados gerados, como aponta a pesquisa feita pela Ipset Tecnologia com 186 companhias brasileiras. Entre os dados coletados, a insatisfação é causada pela designação dos cuidados com a segurança para profissionais não especializados e a não eficiência dos sistemas de Circuito Fechado de TV (CFTV).

Os entrevistados apontaram que funcionários da área de TI (23%), operações (19%), administrativa (16%), recursos humanos (15%) e financeira (8%) assumem as operações que garantem a integridade do patrimônio. Por conta disso, 43% das corporações não estão satisfeitas com o atual modelo adotado.

O sistema de câmeras de monitoramento é outro ponto que gera descontentamento: em uma escala de 1 a 10, a nota dada por 47% das empresas foi 3. A qualidade das imagens capturadas foi o item mais citado como problema (57%), acompanhado pelo pouco tempo de gravação (22%), a instabilidade (9%) e pela dificuldade de se operar (6%). O sócio-diretor da Ipset, Wesley Mamprim, afirma que muitas instituições desperdiçam recursos e tempo ao adotarem métodos errados.

"Muitas acreditam que comprar um sistema de câmeras qualquer e contratar um segurança diminui a vulnerabilidade e exposições a riscos", disse Mamprim. Apesar disso, essa foi a tecnologia de segurança eletrônica que mais cresceu em 2012, com alta de 9%, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica (Abese). E a previsão é de que duplique até 2014.

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