Brasil está entre os 10 países mais afetados pelas botnets

Por Redação | 10 de Julho de 2014 às 10h25

Os ataques direcionados estão cada vez mais avançados e organizados. Visando compreender melhor como acontecem esses ataques, a Trend Micro, empresa especializada em soluções de segurança na nuvem, investigou as últimas tendências no uso de botnets por criminosos e divulgou um balanço das informações coletadas no primeiro semestre de 2014.

Segundo a empresa, os cibercriminosos estão aprimorando suas técnicas e ferramentas utilizadas para cometer crimes cibernéticos e ataques direcionados. A manutenção do acesso persistente aos hospedeiros comprometidos é uma das ações mais importantes desses criminosos, visando manter suas botnets.

Isso quer dizer que os cibercriminosos fazem constantemente atualizações dos hosts com novos códigos maliciosos, onde a Trend Micro pôde identificar, no período analisado, várias modificações e avanços das técnicas para manter essa conexão.

Os dados foram apresentados pela equipe de ameaças da Trend Micro, responsável pelo monitoramento de botnets. Entre os países que mais apresentaram vítimas estão os Estados Unidos, Japão e Taiwan. Ao todo, foram identificadas 1.671.352 vítimas se comunicando com servidores de C&C, com uma média de 400 vítimas por servidor. Foram identificados pela equipe 37.054 servidores únicos C&C, com uma média de 3 mil novos por semana. Nos dados coletados, o Brasil ficou na décima posição entre os países com mais vítimas.

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