5 principais tendências em proteção de dados para 2016

Por Colaborador externo | 08 de Abril de 2016 às 08h20

Por Daniela Costa*

O mercado de backup e recuperação está se transformando rapidamente. Os desafios apresentados vão desde o uso de várias soluções pontuais até o apoio em recursos desgastados que vão exigir uma mudança fundamental em relação à capacidade de recuperação dos dados corporativos. Neste cenário, em 2016 os fabricantes precisarão oferecer soluções que simplifiquem a proteção uma ampla variedade de ambientes, com recursos de recuperação garantida e que reduzam os custos.

As seguintes tendências vão orientar a evolução das tecnologias neste ano:

1. Aumento das soluções híbridas: Aumentará o número de soluções de backup e recuperação que protegem ambientes híbridos, com o apoio da disponibilidade de infraestruturas em nuvem compatíveis com retenção a longo prazo. A recuperação de desastres em nuvem como serviço (DRaaS) pode oferecer vantagens significativas de custo sobre os métodos convencionais de recuperação e sem prejudicar o desempenho.

2. Avanços na proteção de dados em sistemas virtuais: Os avanços na proteção de dados dos sistemas virtuais continuarão, com aprimoramentos substanciais em sistemas de migração, monitoramento, administração de armazenamento e replicação (local para a nuvem e de nuvem para nuvem). Uma vez que a adoção de sistemas virtuais segue aumentando, os usuários precisam de suporte para os ambientes mistos baseados em hypervisors) já que muitas empresas ainda vão precisar de sistemas físicos para seus aplicativos essenciais, de desempenho e confiabilidade. Segundo pesquisa recente da Arcserve na América Latina, 47% dos clientes da empresa já possuem mais da metade de seus ambientes virtualizados.

3. As empresas buscam a nuvem: O aumento de aplicativos corporativos na nuvem reforçará a necessidade de proteger os dados corporativos nestes ambientes. Por isso, as soluções para backup e recuperação trarão novos recursos para proteger esses aplicativos, em termos de retenção a longo prazo e para atender os requisitos de conformidade das empresas.

4. O controle de custos é fundamental: As avaliações de controle de custos continuarão a guiar os usuários finais a encontrar formas de reduzir os custos com proteção de dados, sem prejudicar o desempenho nem aumentar os riscos. Formas importantes de reduzir custos associadas ao backup a longo prazo, retenção e recuperação de desastres serão: consolidação de produtos, redução de dados, otimização da WAN por conta de recursos como desduplicação e compactação, e adoção de nuvens públicas.

5. O armazenamento em fita é fundamental para a proteção de dados: Diferente do que todos acreditam, a fita continuará sendo uma mídia importante de armazenamento confiável, acessível e de alta capacidade e durabilidade para cenários de retenção de longo prazo. Inovações na densidade, desempenho e confiabilidade da mídia, aliadas a constatação de que a durabilidade dos dados supera praticamente qualquer outra forma para continuidade dos negócios continuarão dando à fita um lugar de destaque no data center híbrido. Segundo outra pesquisa Arcserve, 51% das empresas possuem a fita como destino final de seus backups.

São diversas as adaptações que as empresas precisarão fazer para atenderem a estas demandas. O mercado pede por mudanças rápidas e toda empresa precisa estar pronta para recuperar seus dados no caso de um incidente.

* Daniela Costa é vice-presidente da Arcserve para a América Latina. Nesta posição, a desempenha um papel fundamental de liderança, continuidade e crescimento da empresa na Região. Com a constituição da Arcserve como empresa independente em agosto de 2014, Daniela assumiu a responsabilidade de desenvolver ainda mais o negócio da Arcserve nos países latino-americanos.

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