Primeiro brasileiro com diagnóstico de varíola dos macacos recebe alta

Primeiro brasileiro com diagnóstico de varíola dos macacos recebe alta

Por Augusto Dala Costa | Editado por Luciana Zaramela | 20 de Junho de 2022 às 15h44
CDC/Unsplash

O primeiro brasileiro diagnosticado com varíola dos macacos na recente crescente mundial da doença recebeu alta na manhã desta segunda-feira (20) em São Paulo. O paciente em questão é Anderson Ribeiro, de 41 anos, que estava em isolamento de 14 dias no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista.

Ele começou a apresentar sintomas da condição após uma viagem ao continente europeu: Anderson e sua mãe haviam viajado para Portugal e Espanha. O diagnóstico foi confirmado no dia 9 de junho. Após deixar o hospital, o homem agradeceu à equipe que o cuidou pelas redes sociais.

A varíola dos macacos já atingiu dezenas de países e centenas de pessoas no mais recente surto, que saiu de países endêmicos por meio de turistas (Imagem: Twenty20photos/Envato Elements)
A varíola dos macacos já atingiu dezenas de países e centenas de pessoas no mais recente surto, que saiu de países endêmicos por meio de turistas (Imagem: Twenty20photos/Envato Elements)

Brasil e a varíola dos macacos

No Brasil, já foram confirmados oito casos da varíola dos macacos, quatro deles no estado de São Paulo. O oitavo caso teve sua confirmação pelo Ministério da Saúde ainda neste domingo (10). De acordo com o órgão, o paciente é residente do município de Maricá, no Rio de Janeiro, e está em estado clínico estável. Ele não viajou para o exterior, mas teve contato com estrangeiros, disse o ministério.

A varíola dos macacos é uma doença infecciosa, transmitida por vírus via contato com feridas na pele e gotículas grandes de fluidos corporais de pessoas infectadas. Ela é endêmica a alguns países do continente africano, mas um surto recente acometeu países europeus e americanos.

É da família orthopoxvírus, a mesma da catapora e da varíola comum, única doença já erradicada pela medicina no mundo, mas apresenta sintomas menos sérios do que esta última.

Fonte: iG

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