Contra COVID, Chile passa a usar 1ª dose da AstraZeneca e 2ª da Pfizer

Contra COVID, Chile passa a usar 1ª dose da AstraZeneca e 2ª da Pfizer

Por Nathan Vieira | Editado por Luciana Zaramela | 23 de Junho de 2021 às 13h20
rawf8/envato

O que você acha de tomar a primeira dose da vacina contra COVID-19 da AstraZeneca e a segunda dose da Pfizer? É justamente essa a nova estratégia do Chile em sua campanha de vacinação, mais especificamente entre a população de homens com menos de 45 anos.

O que acontece é que, de acordo com estudos realizados no Reino Unido e na Espanha, é eficaz a administração de uma segunda dose com vacinas de RNA mensageiro, como é o caso da Pfizer/BioNTech, em pessoas que receberam a primeira dose da Oxford/AstraZeneca.

Esses estudos mostram também que, embora mais frequentes, as reações adversas à combinação da vacina AstraZeneca com a Pfizer não são graves e estão dentro do esperado: dores no local da injeção, febre e dores no corpo algumas horas após se vacinar. Já pesquisas recentes apontam que a combinação dos dois imunizantes produz fortes respostas imunes.

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Chile passa a usar primeira dose da AstraZeneca e segunda da Pfizer (Imagem: Ivan Diaz/Unsplash)

O Chile não é o primeiro a apostar nessa técnica de combinação de diferentes fabricantes, que vem sendo utilizada em países europeus, como França, Alemanha, Espanha, Suécia, Dinamarca e Noruega. No caso da França e da Alemanha, por exemplo, a recomendação é que os cidadãos com menos de 55 anos tomem a primeira dose de Oxford/AstraZeneca e a segunda dose com um imunizante diferente. A chanceler alemã Angela Merkel é uma das pessoas imunizadas com vacinas distintas.

Fonte: Estadão

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