Um em cada quatro homens pensaria em fazer sexo com robôs

Por Redação | 03 de Outubro de 2017 às 14h11

A revolução digital, muito em breve, vai chegar também à cama. Essa é uma concepção do Dr. Ian Pearson, futurólogo que afirma que, até 2050, fazer sexo com robôs será uma realidade comum em nossa sociedade, a ponto de se tornar tão aceitável quanto realizar esse ato com outros seres humanos.

Agora, o especialista tem dados que podem corroborar isso e mostrar que a mudança pode nem estar tão distante assim. De acordo com uma pesquisa da YouGov Omnibus, uma consultoria americana, quase um quarto dos homens, pelo menos, pensaria em praticar o ato com um robô. Para ser mais específico, 25% deles afirmaram que, no mínimo, consideraria essa possibilidade.

No caso das mulheres, entretanto, esse número é bem menor, com somente 9% delas afirmando que pensariam no assunto. Mas, em ambos os gêneros, há concordância de que a grande diferença entre “sim” e “não” está na aparência das máquinas, com 52% dos que responderam afirmativamente dizendo que é de suma importância que o robô seja semelhante a um ser humano.

Esse alto índice, porém, tem a ver também com a concepção dos participantes em relação ao ato. Apenas 14% dos respondentes consideram que se relacionar com robôs é, efetivamente sexo, com outros 33% afirmando que esse ato estaria mais relacionado a uma forma de masturbação. Outros 27% se mostraram indecisos, dizendo que isso não tem a ver nem com uma coisa nem com a outra.

Dessa noção, surgem também outras conclusões interessantes. 33% dos participantes da pesquisa não consideram que fazer sexo com robôs possa ser visto como traição, com números equivalentes entre homens e mulheres com relação a isso – 36% afirmam delas que sim, enquanto, entre eles, esse total é de 29%.

A pesquisa termina ainda com uma noção bastante curiosa. Dá para dizer que os americanos têm mais medo de doenças sexualmente transmissíveis do que de invasões hackers, com 42% dos participantes que responderam positivamente à possibilidade de transar com um robô afirmando que essa relação sexual pode ser mais segura do que o mesmo ato com um ser humano estranho. Mesmo após serem alertados sobre o risco de malwares e programações indevidas, essa porcentagem se manteve inalterada.

Fonte: YouGov Omnibus

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