Funcionários robôs já recebem pacientes em hospitais na Bélgica

Por Redação | 16.06.2016 às 23:20
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"Pepper". Esse é o nome do primeiro robô do mundo a ter a função de recepcionista em um ambiente hospitalar. Ele foi apresentado na última segunda-feira (13) aos demais colaboradores do hospital regional La Citadelle na cidade de Liège, no sudeste da Bélgica. Antes, robôs da geração de Pepper foram testados no Japão e na França, mas, geralmente, possuíam funções comerciais.

O robô humanoide, de 1,40 metro de altura, cara redonda, equipado com rodas, que ficam escondidas debaixo da sua carcaça branca, e ainda portando um monitor no peito, terá a difícil missão de receber em dois hospitais belgas tanto pacientes quanto visitantes. Em Liège, Pepper continuará na recepção, enquanto em um hospital da cidade Oostende, no noroeste da Bélgica, ele poderá acompanhar os visitantes pelos corredores até os diferentes serviços.

Não bastasse tamanha eficiência do humanoide, o porta-voz da companhia belga Zora Bots, Raphaël Tassart, que desenvolveu os programas instalados no cérebro eletrônico de Pepper, contou que o ilustríssimo é capaz de reconhecer a voz humana em 20 idiomas e determinar ainda se seu interlocutor é uma mulher, um homem ou uma criança. Seu preço é cerca de 30 mil euros (aproximadamente de R$ 108 mil).

Outros integrantes da família de robôs parecem ter herdado o talento para a área hospitalar, afinal, robôs menores (de 57 centímetros), desenvolvidos pela mesma empresa, já estão em funcionamento em cerca de 300 hospitais, centros de aposentados ou de cuidados em vários países. E em Liège e Oostende, estes robôs, chamados Nao, são utilizados como auxiliares em áreas que requerem muita atenção e delicadeza, como pediatria e geriatria.

Fonte UOL