Conheça o "pequeno" robô que mata o vírus do Ebola

Por Redação | 07 de Outubro de 2014 às 10h41
photo_camera TechCrunch

Infelizmente, o vírus do Ebola matou milhares de pessoas ao redor do mundo apenas no ano de 2014. Há países da África que estão com as suas fronteiras fechadas, sendo que um caso já foi confirmado nos Estados Unidos. A situação é realmente grave e a contenção da doença depende, em grande parte, do trabalho feito em hospitais e centros de tratamento para evitar que o vírus se espalhe e acabe contaminando outras pessoas. E é claro que isso não é algo fácil de ser feito.

Para auxiliar neste trabalho, uma empresa de San Antonio (Estados Unidos), chamada Xenex, criou o Little Moe, um robô capaz de caçar e matar o Ebola. Por conta dessa criação, a companhia conseguiu um destaque marcante na mídia norte-americana – afinal de contas, o seu produto pode ajudar a acabar com uma das doenças que mais fez vítimas nos últimos anos.

Limpeza profunda como nenhuma outra

O método de trabalho não é exatamente novo, mas o ponto alto são os resultados alcançados. Segundo as informações do TechCrunch, a máquina utiliza pulsos de raios ultravioletas em ambientes médicos, como consultórios, atravessando e “ferindo” organismos de um jeito eficiente e único. Por conta disso, o DNA do Ebola acaba fundido e a ameaça neutralizada.

Contudo, há uma limitação um tanto quanto importante. Ao contrário do que a grande maioria das pessoas pode ter imaginado, o robô da Xenex não é capaz de transitar pelos hospitais matando o Ebola automaticamente. É preciso colocar o aparelho em uma sala, passar as informações sobre o local (como tamanho e tipo da sala) e deixar que ele faça o seu próprio trabalho. Sendo assim, a descontaminação é um pouco menos prática do que se espera, especialmente quando se trata de um robô.

Apesar disso, o que realmente importa é o fato de que o Little Moe é capaz de fazer algo extremamente benéfico para hospitais que lutam contra o Ebola de alguma maneira. Agora, só nos resta torcer para que essa máquina possa chegar a um número de centros de tratamento cada vez maior.

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