Twitter e Salesforce continuam negociações, dizem fontes

Por Redação | 10 de Outubro de 2016 às 22h33

O destino do Twitter é uma incógnita. Depois que a empresa tornou-se pública e mostrou-se interessada em uma possível venda, os olhos de Wall Street se voltaram para as negociações, que nas últimas semanas foram permeadas de rumores envolvendo grandes nomes da indústria tech. Microsoft, Google, Apple, Salesforce e até a Disney estariam cogitadas como potenciais interessados. Mas, do final da última semana até a tarde de hoje, parecia que as coisas haviam esfriado para o lado da plataforma... parecia.

Uma publicação do New York Times acaba de trazer uma novidade acerca das negociações do Twitter com sua potencial-empresa-mais-interessada-até-agora, a Salesforce. De acordo com duas fontes envolvidas no processo (e que exigiram anonimato devido à delicadeza das negociações), a conversa continua entre as duas empresas.

O CEO Jack Dorsey, que estava resistente quanto ao assunto, já mudou de opinião e considera que a venda seja uma boa solução para a situação em que o Twitter se encontra, já que há tempos a rede social luta por mais estabilidade, crescimento e receitas. Ao mesmo tempo, executivos e acionistas do Twitter fazem pressão, buscam esclarecimentos e questionam o destino da companhia, para saber se ela vai continuar a ser uma entidade independente.

Hoje mesmo o noticiário dava indícios de que as coisas não iam muito bem para o lado do serviço de microblogs. Pela manhã, houve queda nas ações da empresa, e mais tarde, não se falava em outra coisa a não ser a perda de interesse dos potenciais compradores. Inclusive, uma das estratégias do passarinho foi investir mais em vídeos, dessa vez no formato live streaming.

Felizmente, a especulação trazida pelo Times faz reacender a chama da esperança, pelo menos para os usuários mais fieis da plataforma. O Twitter irá relatar seus próximos resultados no dia 27, e ainda está enfrentando uma maré brava de indecisões e preocupações.

Tanto o Twitter quanto a Salesforce recusaram-se comentar sobre o assunto.

Com informações do New York Times

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