Twitter deverá ser comprado pelo Google até o final deste ano

Por Redação | 15 de Junho de 2016 às 06h47
photo_camera Divulgação

Os rumores de que o Twitter seria comprado pelo Google podem estar cada vez mais perto de se concretizar. Após a compra do LinkedIn pela Microsoft nesta segunda-feira (13), o Twitter está sendo ainda mais pressionado.

De acordo com analistas, é possível que a Alphabet adquira a rede social até o final deste ano, já que a ideia é aproveitar o momento de crise do Twitter. O lento crescimento da companhia, muito menor do que o esperado, parece ser um sinal de que a compra ocorrerá em breve.

Sobre o assunto, o analista Robert Peck disse que "se a tendência atual de crescimento de usuários e alcance permanecerem assim, pensamos ser inevitável que o Twitter tenha de buscar fusões e alternativas estratégicas, como discutido por vezes nos meios de comunicação".

Caso a aquisição seja realmente realizada pela Alphabet, o Google será beneficiado com 300 milhões de usuários ativos da rede social. Mas aparentemente não é só a gigante das buscas que está de olho no Twitter. Segundo informações divulgadas, Apple e Facebook também podem entrar na briga.

O fato é que, independentemente de quem conseguir levar a rede social, a venda está praticamente certa. “É difícil ver o Twitter como uma empresa independente no longo prazo”, revelou Peter Garnry, analista da Saxo Bank. “Estamos apostando que esta aquisição ocorra antes do final do ano", completou.

Mesmo que os negócios com o LinkedIn não façam parte de uma estratégia para acirrar a concorrência no setor de mídias sociais pela Microsoft, a aquisição, sem dúvida, acabará inspirando outras companhias já interessadas em redes sociais.

Pensando neste tipo de ação, é possível que as empresas de tecnologia passem a fazer acordos semelhantes, e possivelmente com valorizações superiores, de acordo os especialistas. "O Twitter é o próximo alvo e isso deve ser apenas o começo para um novo 'boom' tecnológico", prevê Naeem Aslam, analista chefe de mercado da Think Forex.

Fonte: MarketWatch

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