Quer se dar bem no LinkedIn? Então não cometa nenhum desses cinco erros

Por Redação | 29 de Maio de 2016 às 15h35

O Facebook é uma rede social mais genérica, onde mantemos desde amigos e parentes até pseudo conhecidos, estranhos e contatos profissionais. Além dele, outras redes sociais mais específicas foram surgindo ao longo dos anos para manter cada coisa em seu devido lugar, e a rede mais utilizada para se conectar com contatos profissionais é o LinkedIn.

No entanto, muitos usuários “confundem as bolas” ao utilizar essa ferramenta de negócios e acabam tendo um comportamento não muito adequado para aquele ambiente — podendo, até mesmo, perder oportunidades de trabalho por conta de posturas não muito profissionais.

Então Jeremy Goldman, fundador e CEO da Firebrand Group (empresa especializada em marketing digital e social mídia), enquanto realizava as pesquisas para a produção de seu livro “Getting to Like” acabou se deparando com uma série de profissionais que tinham sua marca pessoal afetada por conta de pequenos (ou não tão pequenos assim) erros ao utilizar essa ferramenta. Aqui vão os cinco principais erros cometidos pelos usuários no LinkedIn:

1) Acumular contatos desordenadamente

Enquanto no Facebook nós podemos (e até devemos) manter todo tipo de pessoa conhecida ou desconhecida que nos interesse por qualquer razão que seja, no LinkedIn devemos focar apenas em contatos que são profissionalmente interessantes.

“Conexões no LinkedIn não são iguais a Pokemons — você não precisa capturar todos eles”, brincou o especialista. Ele explica que a melhor tática para se conectar a um contato interessante é entrar em algum grupo em que ele faça parte e se apresentar, colaborar para com alguma discussão que esteja rolando por lá, para somente depois adicionar o sujeito à sua rede de contatos. Do contrário, pode pegar mal sair adicionando pessoas que parecem interessantes, mas com quem você não teve nenhum tipo de interação anteriormente.

Vale citar também que se você trabalha com desenvolvimento de websites, não há nenhuma necessidade de manter seu melhor amigo que é animador de festas infantis em seu LinkedIn. É preciso separar as coisas.

2) Paquerar

Não misturar relacionamentos afetivos com profissionais pode parecer algo óbvio, mas é um erro que muitas pessoas cometem não somente no ambiente de trabalho, como no virtual — e, infelizmente, no LinkedIn não seria diferente. De acordo com Goldman, é melhor deixar a paquera para acontecer em redes mais apropriadas, como o Tinder ou até mesmo o Facebook ou o Twitter, e utilizar o LinkedIn somente para propósitos profissionais.

Ah, e não vá perseguir em outras redes sociais alguém cuja foto de perfil do Linkedin te chamou a atenção, hein? Assédio virtual é algo a ser levado a sério, podendo até mesmo caracterizar crime, dependendo do ocorrido.

3) Perder o foco

Goldman diz que quando o usuário sentir vontade de compartilhar um meme engraçado com um colega, que utilize um ambiente virtual apropriado — que está longe de ser o LinkedIn. Lembre-se sempre que essa rede social existe com a única finalidade de proporcionar um bom networking profissional.

4) Não dar a devida atenção à sua foto de perfil

Muitos acreditam que a primeira impressão é a que fica — e essa máxima prova-se verdadeira também no LinkedIn. Para o especialista, sua foto é sua oportunidade inicial de causar uma boa primeira impressão e atrair bons olhos de quem estiver visitando seu perfil.

Goldman diz que muitos currículos com ótimos registros podem passar desapercebidos graças a um avatar não profissional ou inapropriado, como, por exemplo, fotos do usuário em situações que não remetam à vida de negócios, como curtindo uma praia ou uma balada. Quer dizer, esse tipo de foto é válida caso o usuário em questão trabalhe com surfe ou com a vida noturna, do contrário, melhor manter uma foto mais adequada à sua área de atuação.

5) Não tomar cuidado com as keywords

Muitos usuários se empolgam na hora de escolher as palavras-chave que o definem acreditando que uma grande quantidade de keywords fará com que seu perfil seja acessado por um maior número de visitantes, mas a regra de ouro aqui é “menos é mais”.

De acordo com a expert em carreiras, Alyssa Gelbard, o usuário que acabar atrelando seu perfil a uma palavra-chave que não tem muita relação com seu trabalho estará dando “um tiro no pé”. “Se você trabalhar com contabilidade e usar palavras-chaves relacionadas a marketing, mas seu perfil não tiver relação com essa área, você fará alguém perder seu tempo e seu perfil será automaticamente ignorado”, explica Gelbard.

Fonte: Inc

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