LinkedIn entra em educação com o LinkedIn Learning

Por Redação | 22 de Setembro de 2016 às 14h23

O LinkedIn, principal rede social para quem busca contatos no âmbito profissional, lançou nesta quinta (22), um novo site voltado ao segmento educacional. Chamado de LinkedIn Learning, a nova página se alinhará aos pilares tradicionais da empresa, os de relacionamento profissional e recrutamento.

Com o novo produto, a companhia pretende não apenas expandir a oferta com seus usuários individuais, dando oportunidades de reforçar seus currículos na rede, mas também tem um apelo corporativo. O LinkedIn quer fortalecer sua presença no corporativo, se tornando a plataforma de preferência na aplicação de cursos de aprimoramento online.

O site já está no ar com mais de 9 mil cursos em oferta, disponíveis para assinantes premium da rede. Segundo a companhia norte-americana, a plataforma contará com assuntos variados de formação, com cursos de programação, escrita e contabilidade.

O novo produto chega cerca de um ano depois que o LinkedIn comprou o portal de educação Lynda.com, uma aquisição feita no ano passado por US$ 1,5 bilhão. A maior parte dos cursos oferecidos vem da base do Lynda.

Os cursos podem ser recomendados por empregadores e gerentes de recursos humanos, e estes gestores podem monitorar a frequencia de seus funcionários ao tomar as lições.

Para o LinkedIn, agregar recursos de capacitação profissional em sua plataforma faz bastante sentido, já que a rede é um dos principais locais de busca e recrutamento para empregos atualmente. O potencial do LinkedIn foi inclusive notado pela Microsoft, que pagou US$ 26,2 bilhões pela empresa, pensando nela com um motor importante para vencer no segmento corporativo e de produtividade.

De acordo com o CEO do LinkedIn, Jeff Weiner, a educação se tornou uma das mais importantes prioridades para a companhia, já que o mercado de trabalho vive um momento de transformação. Segundo o Fórum Econômico mundial, cerca de 5 milhões de empregos serão afetados pela chegada de novas tecnologias até 2020. "Educação é uma oportunidade de negócio e nós chegamos em tempo para atender essa demanda", completou Weiner.

Fonte: TechCrunch

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