Facebook: Política de diversidade de gênero e raça não surte efeito

Por Redação | 19 de Julho de 2016 às 10h24

O Facebook divulgou um relatório que apontou que um terço de seus funcionários são mulheres, enquanto os negros empregados pela companhia representam apenas 3% dos que ocupam cargos de liderança nos Estados Unidos. Os números evidenciam um avanço irrisório da rede social em relação ao ano passado e não favorece a imagem da companhia, que vem recebendo severas críticas sobre a falta de diversidade no seu ambiente de trabalho, majoritariamente composto de homens brancos.

Em 2015, as mulheres representavam 32% do quadro da rede social, revelando um aumento de 1% em 2016. Destas, 27% ocupam cargos de liderança, um aumento de 4% em relação ao ano passado.

Os negros em cargos sêniores subiram de 2% para 3%. Latinos e negros se mantiveram em 4% e 2%, respectivamente. Asiáticos ocupam 38% do quadro de empregados da rede nos Estados Unidos, sendo que 21% deles são de liderança. Internacionalmente, 83% são homens, enquanto em 2015 esse índice era de 84%

Pela primeira vez a empresa informou as informações dos funcionários LGBTQ. Dos funcionários dos Estados Unidos que informaram a orientação sexual em pesquisa voluntária, 7% se identificaram como gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros, queer ou assexuais.

Google

Em junho, o Google divulgou que o número de mulheres, negros e latinos em seus escritórios havia aumentado, mas ainda estava distante da meta de igualar os grupos. Por lá, as mulheres também tiveram um crescimento pequeno, de 20% em 2014 para 31% em 2015. Pessoas que não são brancas nem asiáticas seguiram com o mesmo índice no período, com 2% de afrodescendentes, 3% de latinos, 3% para indivíduos multirraciais e menos de 1% de ameríndios.

Fontes Facebook, Google, The Guardian

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