Como ativar a criptografia do Facebook Messenger e ter conversas secretas

Por Redação | 04 de Outubro de 2016 às 18h51

Há meses o Facebook ensaia o lançamento de uma criptografia end-to-end para o Messenger. Depois de ter começado os testes em julho, finalmente a empresa disse que agora o recurso está disponível para todos os 900 milhões de usuários do aplicativo.

A nova criptografia vem sob a forma de "Conversas secretas", uma opção que agora aparece nas configurações de chats do Messenger. Diferente do que acontece no WhatsApp, onde este recurso é ativado automaticamente, aqui é preciso ativar a criptografia a cada nova conversa.

Para ativar este sistema que protege o conteúdo de suas mensagens dos olhos de terceiros, siga os seguintes passos:

  • Abra uma conversa no Facebook Messenger;
  • Toque no círculo com a letra "i" dentro, localizado no canto superior da tela;
  • Selecione a opção "Conversa secreta";
  • Selecione "Ok".
Criptografia Messenger

Imagem: Captura de tela / Canaltech

Outra opção é iniciar uma conversa secreta diretamente na tela inicial do Messenger:

  • Toque no símbolo de "+";
  • Toque no ícone do cadeado, no canto superior direito da tela;
  • Selecione a pessoa com quem deseja conversar secretamente.
Criptografia Messenger

Imagem: Captura de tela / Canaltech

Outro recurso adicionado ao Messenger foi o temporizador. Ele permite que você escolha um tempo para que a mensagem se autodestrua. Para fazer com que suas mensagens desapareçam após o envio, basta selecionar a opção de Conversa Secreta e, em seguida, clicar no ícone de relógio.

Criptografia Messenger

Imagem: Captura de tela / Canaltech

Mas nem tudo são flores. É importante destacar que a criptografia do Messenger não funciona para todos os conteúdos. Mensagens, fotos e adesivos podem ser criptografados nas conversas secretas, mas GIFs, vídeos, mensagem de voz, videochamadas e pagamentos estão de fora dessa proteção extra. Além disso, as duas pessoas envolvidas na conversa precisam estar com o aplicativo atualizado para que a criptografia end-to-end funcione.

Com informações do Wired