Transforme sua vida social online em um infográfico que mostra só o seu melhor

Por Redação | 27.07.2012 às 14:10

A cada dois anos os dados que inserimos no mundo online dobram de quantidade, o que dificulta o acompanhamento de todo o conteúdo que postamos ao longo do tempo. Pensando nisso, o serviço chamado Vizify foi desenvolvido. Ele ajuda a compilar automaticamente todas as suas atividades em redes sociais de uma maneira resumida e visualmente agradável, para que você cause uma boa primeira impressão online.

Vizify

Um exemplo de como ele funciona é o seguinte: ao invés de vasculhar seu perfil no Twitter, que inclui várias conversas diárias e retweets, os visitantes do seu perfil no Vizify poderão ver uma lista interativa das palavras que você usa com mais frequência em suas micro-mensagens.

Já no campo profissional, ao invés de um currículo no Linkedin, as pessoas podem ver uma linha do tempo com sua carreira - um visual bem mais agradável, principalmente para pessoas que trabalham com design ou algo do gênero.

"Quando você começa a ter uma longa, longa história online e os seus dados começam a se tornar incontroláveis, é preciso desenvolver uma nova forma de lidar com isso", disse Todd Silverstein, o fundador do serviço, em entrevista à Fast Company.

O processo de criação do seu perfil no Vizify é rápido. Você não gasta nem dois minutos, e o sistema agrega redes como Foursquare, LinkedIn, Facebook e Twitter. Porém, antes de se inscrever, é necessário solicitar um convite através da página inicial do serviço.

vizify

Mas se o problema é uma sobrecarga de dados online, por que acrescentar mais um perfil à mistura? Segundo Silverstein, quando alguém está procurando emprego, por exemplo, essa pessoa quer causar uma boa impressão. Além disso, já sabemos que a presença online está se tornando um componente importante nos relacionamentos em geral.

Uma pesquisa encomendada pela rede social Badoo mostrou que 39% dos americanos gastam mais tempo socializando online do que pessoalmente. "Identidade online pode estar se tornando mais importante do que a identidade offline", diz Silverstein. E completa: "Isso pode ser aterrorizante. Mas existem também algumas oportunidades interessantes."