Tinder cresce 140% ao mês no Brasil e desmistifica o encontro on-line

Por Redação | 04.11.2013 às 18:39

Grande parte das apostas tecnológicas – seja no segmento de hardware ou software – quando cai no gosto dos brasileiros apresenta um crescimento vertiginoso em seus números. E a bola da vez, no segmento dos apps para smartphone, é o Tinder. Um aplicativo simples e direto focado em facilitar encontros, conhecer pessoas, expandir a rede de contatos, entre outras coisas. Lançado no Brasil em agosto, a ferramenta já alcançou, de acordo com um de seus cofundadores, Justin Mateen, crescimento de 140% ao mês, detalhe que deve transformar o país no segundo maior mercado da companhia, conforme matéria da Folha.com.

Obviamente que, com o aumento de pessoas utilizando o aplicativo, também surgem os críticos a essa forma de conhecer pessoas, porém, Mateen destaca que essa experiência é só mais "um reflexo honesto da interação humana".

Já em matéria veiculada no Olhar Digital, Mateen enfatiza o que acredita ser o principal motivo para que o app esteja em alta no Brasil: "Há uma necessidade real pelo Tinder no Brasil porque todo mundo está ocupado demais em suas rotinas diárias, e o app permite que os usuários locais conheçam novas pessoas enquanto estão se deslocando". A psicóloga Silvia Avian, ouvida pela Folha, destaca ainda que a "paquera virtual não é mais coisa de perdedor" e isso altera toda a percepção referente ao uso e aos frutos que o app pode trazer. Um motivo a mais para explicar o sucesso da ferramenta com os brasileiros.

Sobre o Tinder

Se você ainda não ouviu falar do app, deve estar perguntando: por que tanta gente está usando?

O aplicativo pode ser instalado, gratuitamente, tanto em smartphones Android quanto iOS e, a princípio, é praticamente impossível levar um fora. O app só conecta pessoas que se interessam de forma mútua.

Escolher alguém também é muito simples: foto para esquerda é não, foto para a direita é sim. Ainda, um dos detalhes que garantem mais interesse pela ferramenta é a quase impossibilidade de fakes, já que o "cadastro" é feito com o perfil do Facebook – mas essa informação não aparece por lá. E por fim, se você acha estranho conhecer alguém on-line ou, mais ainda, que seus amigos saibam disso, essa realidade parece estar mudando, em ritmo acelerado, não só no Brasil.