Pinterest quer crescer no Brasil e está contratando profissionais

Por Redação | 10 de Fevereiro de 2015 às 16h29

Desde outubro do ano passado, a rede social Pinterest conta com um county manager no Brasil, o executivo Ricardo Sangion, que antes trabalhava no Facebook. Neste ano, a empresa procura crescer no país e pretende contratar mais duas pessoas até março. O objetivo é ter um profissional para gerenciar a comunidade brasileira do aplicativo e outro para buscar parcerias.

"O gerente da comunidade vai focar nos influenciadores de cada categoria de conteúdo, e o gerente de parcerias vai cuidar da relação com revistas, marcas, portais, etc", disse Sangion em entrevista ao Mobile Time. Segundo o executivo, a expansão do escritório de São Paulo, o único da América Latina, vem em uma segunda onda de crescimento da empresa no país, a primeira com o lançamento do aplicativo em português em 2012, e agora com a expansão da cobertura móvel.

Apesar da empresa não abrir ao público seus números operacionais, ela afirma que o Brasil está na lista dos seus dez maiores mercados. Até setembro do ano passado, a rede social contava com 70 milhões de usuários em todo o mundo, número composto predominantemente por mulheres. Além disso, a empresa afirma de 75% dos seus acessos vêm de dispositivos móveis.

Mesmo contando com uma base de usuários bastante grande, ainda existem pessoas que não sabem exatamente como ela funciona. O Pinterest é basicamente uma maneira de organizar ideias por meio de imagens, ou buscar inspiração nos posts de outras pessoas.

"Tem gente que descreve o Pinterest como um lugar para planejar projetos futuros. É onde entram para visualizar e descobrir ideias. Elas são organizadas em painéis. Pode ser uma receita, uma dica de artesanato, um produto para comprar", explica Sangion. Cada ideia salva é chamada de "pin" e vem acompanhada de uma imagem.

Além dos usuários, marcas também podem ter uma conta na rede social para mostrar produtos. Inclusive, o modelo de negócios criado pela empresa é baseado em publicidade, mesmo que de forma branda. Apenas nos Estados Unidos ela já conta com propagandas, com um número pré-selecionado de anunciantes para não comprometer a experiência do usuário.

Sangion também defende que a ideia dos "pins" pode servir até mesmo a empresas sem apelo visual, como é o caso das seguradoras. "Pode-se apresentar seguro de viagem para quem está pesquisando viagens no Pinterest. Ou um seguro para casa quando se está procurando por dicas de decoração. Ou mesmo um seguro de vida se a pessoa está planejando seu casamento", conclui.

Fonte: http://www.mobiletime.com.br/10/02/2015/estrategia-pinterest-contrata-para-crescer-no-brasil/403982/news.aspx

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