LinkedIn proíbe o uso da rede para 'serviços de acompanhante ou prostituição'

Por Redação | 21 de Maio de 2013 às 11h26

O LinkedIn atualizou recentemente os termos de uso da rede social e não traz boas notícias para os profissionais do sexo. Com a atualização, fica proibida a utilização da rede profissional para promover serviços de acompanhantes ou prostituição, até mesmo nos locais onde a prática é legalizada. Anteriormente, os termos do LinkedIn classificavam a prostituição dentro da norma que proíbe a promoção de atividades ilegais na rede, no entanto, em alguns países o serviço é legal e por isso a empresa decidiu alterar seus termos de uso.

"Não há realmente nenhuma história aqui. Aqui está a realidade - nós sempre proibimos esses tipos de perfis. A recente mudança nos nossos termos só torna isso mais explicitamente proibido", ressaltou um representante do LinkedIn em entrevista ao The Daily Dot.

Muitos profissionais do sexo se revoltaram com a nova decisão da rede social, já que atuam em regiões onde o seu trabalho é legalizado e acreditam estar sendo discriminados por isso. Mas, como o LinkedIn é um site privado, ele tem total direito de tomar essa decisão e, além disso, a companhia afirma que sua política não mudou já que nunca permitiu a promoção desse tipo de negócio em suas páginas.

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