Conheça o Keep, app que ajuda a mulherada a comprar itens vistos no Instagram

Por Redação | 22 de Janeiro de 2014 às 08h10
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Viu um sapato, bolsa ou acessório bacana no Instagram e ficou querendo comprá-lo? Então o Keep te ajudará a encontrar um item igualzinho àquele. Fruto de uma startup de e-commerce, o Keep vem se tornando popular entre as mulheres por ajudá-las a não só encontrar, mas também a comprar aquele item que aquela mulher publicou no Instagram há alguns minutos.

Segundo o Mashable, a ideia em si é bastante simples, mas ajuda um montão de mulheres. O app tem uma lista com 100 perfis fashion do Instagram. A cada novo item que esses perfis publicam na rede social de imagens, os filtros do Keep entram em ação e apontam quais lojas os possuem para venda. O resultado: uma versão de compras do Instagram.

"Todas as mulheres ligadas em moda passam suas manhãs no Instagram", disse a co-fundadora e presidente do Keep, MaryAnn Bekkedahl, ao perceber que o Instagram estava se tornando popular entre especialistas e eventos de moda. "Todas as garotas jovens e sexies estão lá. Então nós pensamos 'Ei, o que podemos fazer aqui?'".

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Para Scott Kunit, o outro co-fundador do Keep e CEO da empresa, um dos principais fatores que fazem o app ser um sucesso entre as mulheres é a sua similaridade com o Instagram. "As pessoas podem marcar um item que gostam e salvá-lo em seu perfil no site. Já outros usuários podem comprar itens a partir do link que está embutido numa publicação", disse o executivo antes de revelar que o maior desafio até agora tem sido buscar os itens nas lojas virtuais: "a maioria das publicações no Instagram não vem com nenhuma dica sequer".

E é aí que entram os funcionários do Keep. "Compradores assíduos", segundo Bekkedahl, eles são os responsáveis por identificar as roupas, bolsas, joias e acessórios quando necessário. E se um produto específico não for achado - o que às vezes acontece com as celebridades que mandam fazê-lo por encomenda -, o Keep sugere outro semelhante aos consumidores.

O Keep foi lançado no fim de 2012 após arrecadar cerca de US$ 43 milhões em financiamentos. E, como toda rede social, o app tem como principal objetivo atrair novos usuários antes de se monetizar. Quando decidir seguir por esse caminho, o modelo mais óbvio de negócio é cobrar dos lojistas uma pequena taxa sobre cada venda feita a partir do site. Outra alternativa seriam os produtos patrocinados, da mesma forma como já acontece no Pinterest, Twitter e Facebook.

Independente do caminho que escolha seguir, Kurnit está esperançoso quanto ao sucesso do projeto. "Se continuarmos a conduzí-lo da forma que estamos, em breve as mulheres irão dizer que precisam tanto da Amazon quanto do Keep", finaliza.

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