Huawei quer superar Apple no mercado de smartphones nos próximos dois anos

Por Redação | 04 de Novembro de 2016 às 10h34

A Huawei vem conquistando mais espaço no mercado de smartphones ano após ano e já figura na terceira colocação no ranking de maiores fabricantes de smartphones do mundo. A empresa chinesa, cuja participação, segundo a IDC, é de 9,3%, fica atrás apenas da Samsung (20%) e Apple (12,5%).

O momento é tão favorável que o CEO da Huawei, Richard Yu, disse que agora a empresa trabalha com a ideia de superar a Apple nos próximos dois anos. Falando à Reuters, Yu disse acreditar que a inteligência artificial, realidade virtual e realidade aumentada representam novas oportunidades e que elas ajudarão a fabricante a "superar a Apple, passo a passo, inovação por inovação".

E esse é um plano que já pode ser colocado em prática desde já. Com o fiasco do Galaxy Note7, a Samsung deixou um vácuo enorme no mercado neste segundo semestre de 2016. A Apple, por sua vez, pela primeira vez em 15 anos, apresentou contração em suas receitas - e um dos responsáveis por isso foram as vendas dos iPhones que diminuíram 5% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

É uma equação cujas variáveis estão todas a favor da Huawei, que anunciou nesta quinta-feira (03) seu mais novo flagship, o Mate 9. O dispositivo vem com display Full HD de 5,9 polegadas, processador Kirin 960 de oito núcleos, 4 GB de RAM, 64 GB de armazenamento interno e sistema duplo de câmeras na parte de trás - uma delas com sensor de 20 megapixels, outra com 12 megapixels.

Anunciado nesta quinta-feira, 3, o Mate 9 é a aposta da Huawei para conquistar clientes da Samsung que ficaram sem um novo aparelho no segmento topo de linha de smartphones, principalmente na Ásia

Anunciado nesta quinta-feira, 3, o Mate 9 é a aposta da Huawei para conquistar clientes da Samsung que ficaram sem um novo aparelho no segmento topo de linha de smartphones, principalmente na Ásia (Reprodução: Huawei)

Apesar de não chegar ao Brasil, o Mate 9 pode desempenhar um importante papel no mercado asiático, que ficou desassistido depois que a Samsung retirou o Galaxy Note7 de circulação.

Via Android Authority

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