Tinder copia Snapchat e permite o envio de imagens auto-destrutivas

Por Redação | 06 de Junho de 2014 às 15h14
photo_camera Divulgação

O Tinder tem conquistado cada vez mais usuários com o seu processo simplificado de promover paqueras. De acordo com a Comscore, mais de 2 milhões e meio de smartphones possuem o app instalado. Na semana passada o aplicativo registrou mais de 2 bilhões de "combinações", como é chamado quando duas pessoas têm mútuo interesse em se conhecer. Quando isso acontece, torna-se possível entrar em contato com o outro por meio de um chat que até então não contava com nenhum recurso extra. Mas agora, semelhante ao que se faz no Snapchat, os usuários poderão enviar imagens que serão automaticamente deletadas do aparelho do destinatário. No caso do Snapchat, as imagens são apagadas 10 segundos depois de serem enviadas, e no Tinder a exclusão será feita depois de 24 horas. As informações são do TechCrunch.

Esta nova funcionalidade, chamada "Momentos", traz o Tinder para o lado das redes sociais em vez de continuar sendo apenas mais um aplicativo de paquera. Segundo Sean Rad, criador do Tinder, o aplicativo quer dar aos usuários uma melhor maneira de se conhecer e se comunicar.

A mudança na proposta do serviço é uma estratégia da empresa para continuar expandindo sua base de usuários, já que o serviço conta com concorretes de peso como o OkCupid e o Hinge, que ainda não chegou ao Brasil. O mercado é promissor, e segundo a agência IBIS World, as empresas que promovem esse tipo de serviço arrecadarão mais de 2 bilhões de dólares este ano somente nos Estados Unidos, conforme relata a BBC.

O Tinder, avaliado em 5 bilhões de dólares pelo Business Insider, por ora não "faz" dinheiro. Mas a empresa tem buscado alternativas de monetização do serviço, como a cobrança de uma taxa mensal para que a busca de perfis seja ilimitada.

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