Pesquisa afirma que propaganda no iPhone é a mais lucrativa para as empresas

Por Redação | 20 de Julho de 2012 às 19h14

Uma pesquisa recentemente publicada pela Opera Software afirma que as ações de marketing e propagandas voltadas para o iPhone são as que rendem mais para os anunciantes dentre todos os sistemas operacionais disponíveis no mercado.

“Em nossa primeira edição do Relatório de Propaganda Móvel, voltamos nosso olhar mais para a monetização de publicidade móvel a partir de quatro perspectivas: dispositivos, editoras, redes de anúncios e anunciantes. Este relatório é baseado em percepções do segundo trimestre de 2012 e resume nossa experiência adquirida como plataforma móvel líder de anúncios com mais de nove mil clientes ao redor do mundo”, afirmou a empresa.

A pesquisa mostrou que as propagandas desenvolvidas para a plataforma iOS são as que veem mais tráfego e porcentagem de receita, totalizando 46,5% de tráfego e 61,4% de receita. Segundo o CNET, do montante, o iPhone detém 29,9% de tráfego e 43,6% de receita, enquanto o iPad ficou também com 29,9% de tráfego e receita de 14,2 por cento.

O estudo afirma que as empresas devem investir mais em ferramentas
de interação entre usuário e propaganda (Foto: Divulgação)

Pesquisa anúncio

O restante do tráfego e da receita com publicidade é dividida entre as outras plataformas móveis disponíveis no mercado como o Android e o Windows Phone. O sistema operacional do Google está em segundo lugar, próximo do iOS. Já o Windows Phone fica em terceiro, com a menor fatia do mercado.

O estudo mostrou que as empresas ainda precisam investir mais em ferramentas de interação entre o usuário e o anúncio como, por exemplo, habilidade de expandir a tela, de fazer uma chamada ou assistir a um vídeo, tudo dentro do próprio anúncio.

Os usuários de iPhone ou iPad são os mais propícios a navegar pelo anúncio e até a comprar o produto, constatou a pesquisa da Opera. Além disso, os pesquisadores também afirmam que as empresas devem investir em mais ações publicitárias interativas, já que mais de 66% dos consumidores assistem a um vídeo até o final depois que clicam sobre o ícone.

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