Samsung vai lançar atualização para "matar" os últimos Galaxy Note7 explosivos

Por Redação | em 27.03.2017 às 10h55

Galaxy Note 7

O smartphone explosivo da Samsung está com os seus dias contados. Após todos os incidentes e dores de cabeça causados pelos problemas do Galaxy Note7 por causa de sua bateria que poderia literalmente explodir a qualquer momento, a fabricante sul-coreana anunciou que vai liberar uma atualização que vai “matar” os aparelhos que ainda estão sendo usados mundo afora. A ideia é transformar essas pequenas bombas disfarçadas de celular em pedaços caros de tijolo, impossíveis de serem usadas.

Segundo a Samsung, a atualização será obrigatória e vai impedir que o aparelho possa ser carregado. Assim, o Galaxy Note7 deixa de receber energia, diminuindo as chances de sobrecarregar a bateria. Além disso, com o carregamento bloqueado, o smartphone logo ficará inoperante, já que os poucos usuários que ainda se arriscam não terão carga para fazer qualquer outra coisa.

A empresa informou que não há como evitar o update, já que não será possível acessar nenhuma outra função do celular antes de fazer o download e a instalação. O objetivo é não dar saída para o usuário, acabando de uma vez por todas com a ameaça que o smartphone se tornou. De acordo com a Samsung, 97% dos Galaxy Note7 vendidos na Coreia do Sul já foram devolvidos às lojas no país. Os números globais não foram revelados.

Ainda assim, só esse recorte sul-coreano já preocupa. Mesmo com a grande maioria dos usuários já tendo feito a substituição do aparelho, os 3% restantes representam um número significativo de celulares-bomba à solta. A Samsung não revelou números exatos, mas estima-se que esse número esteja na casa dos milhares.

Outro ponto é que as informações sobre o lançamento desse update ainda são escassas. A companhia não divulgou uma data e nem mesmo comentou se pretende trazê-la para todos os mercados onde o Galaxy Note7 foi lançado. O site TechTimes, por exemplo, levanta a possibilidade de que a atualização pode ser lançada somente na Coreia do Sul — principalmente porque algo assim já havia sido feito em dezembro nos Estados Unidos, por exemplo.

Via: TechTimes, Yonhap News

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