A partir de segunda, Zona Azul poderá ser paga por aplicativo em smartphone

Por Redação | em 08.07.2016 às 10h33

zona azul

Para quem não é de São Paulo, a Zona Azul é um sistema de estacionamento rotativo pago criado em 1974, com o objetivo de promover a rotatividade das vagas existentes e racionalizando o uso do solo em áreas adensadas. Pois bem, o antigo sistema acaba de se modernizar e entrar na era dos smartphones. A Zona Azul Digital vai começar a valer a partir da próxima segunda-feira (11), permitindo fazer o pagamento por vagas através de aplicativos de celular.

Com o novo método, na hora de estacionar o carro, o usuário poderá comprar através do aplicativo uma folha, equivalente a um CAD (cartão azul digital) ou um talão de Zona Azul, que são vários créditos que podem ser consumidos à medida que vão sendo usados. Os valores vão de R$ 5,00 por hora, mesmo valor do modelo de papel, até R$ 45,00, que equivale a 10 cartões, tendo um pequeno desconto no valor final da hora.

O funcionamento não ficará restrito a apenas um aplicativo ou plataforma digital; na verdade, serão 3 opções. Duas delas funcionarão somente para Android e a outra para Android e iOS. De qualquer forma, as configurações necessárias para cadastro serão as mesmas, incluindo as placas dos carros que utilizarão os serviços e o cartão de crédito que será utilizado como forma de pagamento.

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Com o aplicativo instalado, configurado e com a compra dos créditos realizada, no momento em que o motorista estacionar o carro, ele deverá acionar o app, fazer a opção pela placa desejada e liberar o uso do crédito pelo tempo determinado. Lembrando que, por enquanto, não existe cobrança fracionada, somente a hora cheia. Quando o tempo estiver perto de expirar, o aplicativo enviará uma mensagem avisando o tempo restante e ainda tocará um alarme para o usuário decidir se vai renovar o prazo ou retirar o carro.

Para fiscalizar os veículos estacionados, os fiscais da Companhia de Engenharia de Tráfego - CET - vão dispor de um outro sistema que, a partir do número da placa, informará se o veículo pagou ou não pela hora do estacionamento. Com isso, a fiscalização será mais eficiente e ágil.

A modernização deverá trazer diversas vantagens para o governo e para os usuários. A Prefeitura de São Paulo espera acabar com as fraudes nos cartões físicos que chegaram a R$ 50 milhões somente em 2015. Além disso, o sistema vai eliminar o superfaturamento de preços praticados por flanelinhas, que chegam a cobrar R$ 8,00 pelo bilhete. E, como o controle será feito por um equipamento que não sai das mãos das pessoas, o controle de horário ficará muito mais fácil.

Fonte: Folha

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