O que fazer após o encerramento do Windows Live Mail?

Por Redação | em 03.06.2016 às 01h18 - atualizado em 03.06.2016 às 08h28

Hotmail

O popular Windows Live Mail está com os dias contados. Segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (2), a Microsoft encerrará a plataforma de e-mail, que foi criada para substituir o Outlook Express. Vale lembrar também que o sistema faz parte do Windows Essentials, que inclui diversos programas, como o OneDrive, MovieMaker, Photo Gallery, entre tantos. 

Apesar do triste anúncio, o Windows Live Mail não deixará de funcionar, sendo possível continuar a utilizá-lo para baixar e-mails a partir de qualquer serviço padrão. No entanto, a Microsoft está movendo todos os seus próprios serviços de correio eletrônico (Office 365, Hotmail, Live Mail, MSN Mail, Outlook.com) para uma única base no Outlook.com. 

A justificativa para a mudança se deve ao fato de que o Windows Live Mail, por não ser atualizado desde 2012, não suporta as novas APIs necessárias para fornecer sincronização completa com o Outlook.com.  Para que os usuários não enfrentem problemas, a Microsoft está solicitando que os mesmos mudem para outros programas de e-mail. A sugestão da companhia é de que os usuários migrem para o aplicativo Mail, que pode ser usado gratuitamente, ou para o Outlook, onde algum dinheiro deverá ser desembolsado. 

Apesar de pago, a Microsoft está oferecendo um plano de assinatura gratuita durante o período de um ano aos usuários do Live Mail. Após este tempo, no entanto, o valor será de aproximadamente R$ 450 por 12 meses de uso. As vantagens do serviço pago são referentes aos recursos avançados, ao contrário do Mail, que apresenta algumas limitações, como rodar apenas em Windows 8, 8.1 e 10. Ou seja, quem tiver o Windows Vista, XP ou 7, terá que atualizá-lo para obter o app.

Segundo a companhia, há ainda uma terceira opção, que seria utilizar o e-mail em um navegador. Dessa forma, o e-mail do usuário continuará funcionando na versão web. É evidente que ao optar por essa alternativa, algumas desvantagens semelhantes ao Mail serão enfrentadas, como a limitação de recursos e maior lentidão no acesso, porém, como o e-mail não é tão utilizado como há alguns anos, talvez valha a pena seguir este caminho.

Fonte: The Guardian

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