Procons em todo Brasil atendem mais de 2,6 milhões de pessoas em 2015

Por Redação | em 02.02.2016 às 13h20

Reclamações Procon

As unidades da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor, o Procon, integradas ao Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), atenderam em 2015 um total de 2.648.521 pessoas, o que representa um crescimento de 6,3% em relação a 2014. Os dados coletados foram consolidados no Boletim Sindec 2015, que mostra uma breve análise sobre as demandas de consumo levadas aos Procons durante o ano passado.

Na publicação, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça apresentou a variação do volume de atendimentos que foram registrados em face dos setores mais demandados nos Procons. Cada um dos setores foi composto pelo agrupamento das empresas mais demandadas. O setor de energia elétrica apresentou a maior variação (43,5%) de 2014 para 2015.

O setor de telecomunicações foi o segundo que mais apresentou percentual de crescimento em relação a 2014, com 23,6%. A telefonia celular gerou a maior quantidade de reclamações pelos consumidores, com 338.247 mil atendimentos, o que representa 13,4% do total das demandas. O setor de bancos apresentou um crescimento pequeno de 0,7%. Apesar disso, o assunto cartão de crédito cresceu 19,7% na quantidade de registros realizados. Na soma de 2015, foram 183 mil atendimentos relacionados a esta questão.

Dados Procon

Os setores de indústria e aéreo foram os segmentos que apresentaram redução total de atendimentos registrados nos Procons espalhados pelo Brasil, -7,2% e -8,9%, respectivamente. Na indústria, à exceção foi das empresas Positivo, Motorola e Sony. O restante apresentou queda na quantidade de atendimentos no ano passado. Já no setor aéreo, TAM, Gol e Avianca apresentaram queda nos registros. A Azul cresceu 13%.

O boletim também relatou informações referentes ao índice de solução. O maior índice médio de solução apurado foi do setor de telecomunicações com 81,7% das demandas atendidas. Em segundo lugar ficou o setor de bancos, com 80,5%, seguido de saúde suplementar com 78,4%, varejo com 77,3%, energia elétrica com 77,1%, indústria com 76,9% e transporte aéreo com 73,6%.

Dados Procon

Via Ministério da Justiça

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