LinkedIn lança nova versão de ferramenta de recrutamento

Por Redação | em 19.04.2016 às 12h00

Linkedin

Lidando com números em queda e um crescimento morno no número de usuários, o LinkedIn resolveu dar uma sacudida na poeira e lança nesta semana uma nova versão do Recruiter. A ferramenta, como o nome já diz, permite que empresas vasculhem o banco de dados de profissionais cadastrados em busca daqueles que melhor se encaixem em seus requisitos, possivelmente chamando-os para entrevistas e preenchendo vagas abertas.

A plataforma, paga, ganha uma nova interface e funcionalidades inéditas. É o caso, por exemplo, do Referrals, uma característica que permite às empresas automatizar o processo de busca de novos talentos, recorrendo aos contatos conhecidos dos funcionários que já trabalham para ela, ou possuem características similares. Além disso, a empresa aplicou novos algoritmos de busca e incluiu sistemas adicionais de pesquisa inteligente, de forma a facilitar o trabalho e garantir que todos encontrem o que estão procurando.

As novidades já haviam sido anunciadas em outubro do ano passado, com o Referrals entrando em testes prévios no fim do ano passado. Agora, entretanto, o uso de algoritmos e inteligência artificial para facilitar a vida de empresas em busca de candidatos e daqueles que estão procurando um trabalho deve se tornar cada vez mais o centro das operações do LinkedIn. Tanto que, como uma oferta de estreia, os que já são assinantes do serviço garantem a opção de upgrade gratuito.

Sim, a plataforma é paga, e tem um preço inicial de US$ 8 mil por ano para as companhias, em um sistema de licenciamento. E não apenas isso, é também um dos principais motores do faturamento da rede social no momento, bem como sua grande esperança para se manter nos trilhos diante da expectativa de números abaixo do esperado, a serem anunciados no próximo dia 28 de abril. 

Outra novidade, não necessariamente ligadas ao sistema de recrutamento, mas das quais ele também pode se aproveitar, é a plataforma LinkedIn Students. Como o nome já fiz, a ideia é atrair estudantes universitários para a rede social, de forma que eles coloquem seus currículos à disposição e utilizem uma interface diferente – e um tanto similar à do Tinder – para buscar conteúdo. Além disso, recentemente a empresa baixou a idade mínima de entrada para os 14 anos e deu ênfase às buscas por alunos de universidades.

Além disso, pequenas novidades adicionais incluem uma busca mais inteligente, que sugere termos similares aos que são colocados no campo de pesquisa, e também a seleção de filtros e perfis pré-montados de acordo com alguns interesses. Tudo, claro, funcionando de forma automatizada e de forma a facilitar a vida dos recrutadores.

Fonte: TechCrunch

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