Brasileiros trocam mais mensagens do que a média global, revela estudo

Por Redação | em 03.05.2016 às 20h40

usando smartphone

Um estudo conduzido em 23 países pelo ConsumerLab, área da Ericsson dedicada a analisar o comportamento dos usuários de tecnologia, revelou que o brasileiro troca mensagens pelo celular com muito mais frequência do que o restante do mundo. Por aqui, 83% das pessoas usam apps de mensagens instantâneas pelo menos uma vez por semana, enquanto a média internacional é de 59%. O brasileiro também não dispensa uma rede social: o consumo semanal dos usuários brasileiros fica em 83%, média bastante superior à global que é de 65%.

Com os dados do estudo em mãos, a Ericsson produziu o relatório “Compartilhamento de Informações” e revelou que 51% dos entrevistados consideram que expor organizações com comportamentos inadequados nas redes sociais tem um impacto maior do que procurar as autoridades responsáveis para realizar uma denúncia formal.

O material também traçou tendências para a comunicação dos usuários de redes sociais no Brasil, mostrando que nós nos preocupamos com a velocidade do compartilhamento das informações na internet, e que também tentamos conferir a veracidade de propagandas e reportagens. Segundo o estudo, 61% dos entrevistados de São Paulo gostariam que existisse uma ferramenta onde pudessem checar a autenticidade de uma notícia ou uma postagem no Facebook, por exemplo.

Para André Gualda, especialista do ConsumerLab, “mais da metade dos proprietários de smartphones entrevistados acreditam que a internet aumentou as denúncias que expõem o comportamento inadequado de empresas e organizações”. Para ele, isso é positivo uma vez que “essa é uma tendência dos usuários, que cada vez mais agem como ‘jornalistas cidadãos’, acreditando que o compartilhamento de informações e de opiniões online aumentam sua influência sobre as organizações”.

outro estudo produziu o “Relatório de Mobilidade da Ericsson”, de 2015, mostrando que mais da metade do tráfego de dados de aplicativos em redes móveis está concentrada em cinco plataformas: Facebook (com 28% do tráfego móvel brasileiro), Chrome (ocupando 16%), YouTube (que concentra 15% do consumo), WhatsApp (com 13%) e Instagram (consumindo 6% do tráfego).

Fonte: ConsumerLab (1) e (2)

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