Assassino em série afirma ter sido “possuído” pelo Uber em noite de crimes

Por Redação | em 15.03.2016 às 11h51

Jason Dalton

O acusado de matar seis pessoas e deixar outras duas feridas em um massacre na cidade de Kalamazoo, no estado americano de Michigan, disse ter sido “possuído” por uma figura demoníaca que saiu do aplicativo Uber. À justiça, ele afirmou que, na noite dos crimes, observou uma cabeça bovina com chifres saindo de seu smartphone e tomando conta de seu corpo, o que o levou a cometer os assassinatos.

A resposta veio após uma pergunta do procurador geral de Kalamazoo sobre o que o levou a pegar em armas e atirar contra inocentes. O responsável pelo massacre, Jason Dalton, afirmou saber que suas ações são inaceitáveis e mostrou preocupação quanto à sua colocação junto a outros presos, temendo que a figura demoníaca volte a tomar conta de seu corpo e o leve a praticar novos crimes.

De acordo com o ex-motorista, o app do Uber seria capaz de transformar as pessoas em “fantoches” – ele disse ter mantido a consciência durante os atos, mas não ser capaz de controlar as próprias ações. Durante todo o massacre, ele afirmou ter medo de se ver obrigado a assassinar a própria família. Dalton enfrenta pena de prisão perpétua e é acusado de assassinato, agressão, tentativa de homicídio e posse ilegal de armas.

Na noite do dia 20 de fevereiro, Dalton abriu fogo em três locais diferentes da cidade de Kalamazoo. Após fazer sua primeira vítima em um complexo de apartamentos, ele trocou de carros com a esposa após sofrer um acidente e seguiu para continuar com os assassinatos. Entre as vítimas está um garoto de 17 anos, que estava em uma concessionária de carros ao lado do pai, que também foi ferido pelos disparos.

O acusado afirmou que não estava sob a influência de drogas ou bebida na noite dos crimes, e apesar de sua situação financeira crítica, não diria assumir uma postura contra o governo. Quando foi preso, Dalton ainda portava uma pistola carregada e vestia um colete à prova de balas. Aos policiais, ele disse não se lembrar dos crimes que havia acabado de cometer.

Fonte: The Guardian

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