Reclamações sobre banda larga fixa caíram 8,4% em 2016, aponta Anatel

Por Redação | em 10.02.2017 às 12h52

Banda Larga

Nesta sexta-feira (10), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou um relatório com as ações realizadas em 2016. Dentre os dados apontados, destaque para a queda no número de reclamações registradas em relação a telefonia fixa (8,6%), banda larga fixa (8,4%) e TV por assinatura (12,5%).

Ao longo do ano passado, a central de atendimento da Anatel registrou um total de 3,9 milhões de reclamações dos consumidores, dentre as quais 581,1 milhões estavam relacionadas à banda larga fixa (14,9%).

A banda larga fixa, com 26,6 milhões de acessos em dezembro de 2016, foi o único serviço de telecomunicações que registrou crescimento no país em 2016, foram 1.104.483 novos contratos, aumento de 4% em relação a 2015. Mais de 58% dos municípios brasileiros passaram a contar com fibra ótica em 2016.

Queixas sobre telefonia móvel aumentaram

A telefonia móvel , com 244 milhões de acessos, foi o serviço que apresentou a maior queda no número de assinantes, reduzindo 13.747.515 linhas (5%). Apesar da queda, o serviço é o que tem maior potencial de crescimento e já está disponível em cerca de 73% dos distritos do país, sendo que 75% do total de acessos permitem a banda larga móvel.

O serviço mobile também foi responsável por um aumento de 1,9% nas queixas em comparação a 2015 e de 25,8% dos chamados "outros serviços", por exemplo de trunking e radioamador. Do total de reclamações, 47% ou 1,8 milhões foram em relação a telefonia móvel.

Por outro lado, houve uma redução de 1.148.680 de telefones fixos (6%) ao longo do ano passado, totalizando 41,8 milhões de acessos em dezembro de 2016. Dentre as reclamações recebidas pela Anatel, 943,8 milhões foram referentes à telefonia fixa (24,1%).

Budget

O orçamento total aprovado na Lei Orçamentária Anual (LOA) para a Anatel em 2016 foi de R$ 495,5 milhões, sendo R$ 365,2 milhões para pessoal; R$ 14,4 milhões para benefícios; R$ 108,7 milhões para outras despesas correntes, e R$ 7,2 milhões para investimentos.

Em função dos cortes e contingenciamentos, o total dispendido pela Agência no período foi de R$ 473,4 milhões, sendo R$ 360,7 milhões com pessoal, R$ 14,2 milhões com benefícios; R$ 92,7 milhões com outras despesas correntes e R$ 5,8 milhões com investimentos.

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