Aplicativo quer que usuários enviem meias sujas para a sede do Tinder

Por Redação | em 23.05.2016 às 17h35

App de relacionamentos

O aplicativo de relacionamento 3nder está sendo processado pelo Tinder por conta da similaridade entre o nome dos serviços. A revelação foi feita pelos responsáveis do app, que publicaram nesta segunda-feira (23) dois textos que mostram que o processo já está em curso. Dimo Trifonov, um dos fundadores do 3nder, declara que o Tinder deseja monopolizar o mercado de aplicativos de paquera, além de querer limitar os romances à monogamia.

"Tinder, um dos 45 aplicativos de namoro de propriedade do Match Group, está exigindo nosso encerramento imediato. Eles me disseram isso em dezembro de 2015 e me deram 30 dias para desligar [o app] completamente", declarou Trifonov, que também falou que o objetivo do seu aplicativo não é ser como o Tinder, que deseja restringir o "mundo do namoro digital aos namoros individuais".

Trifonov também explicou que o 3nder, fundado por ele e sua namorada Ana Kirova, visa "quebrar tabus tolos na sociedade moderna" e que por causa do crescimento repentino do app no mercado, o Tinder está usando a justiça na tentativa de impedir o sucesso do concorrente. "Eles nos querem fora de seu caminho", afirmou.

Como forma de revidar a ação do Tinder, Trifonov convocou os usuário do seu aplicativo a enviarem meias sujas para a sede do concorrente, explicando que, por trabalhar demais (em torno de 16 horas por dia), ele esqueceu de lavar sua roupa, incluindo todas as suas meias e de sua namorada. "Se você tem alguma compaixão por mim e por minha equipe envolvida nesta luta nonsense, por favor, faça a mesma coisa que eu fiz algumas horas atrás: tire uma foto de suas meias; compartilhe-as com '#TinderSuckMySocks em apoio a @3nderapp'", explicou o cofundador. Logo em seguida, Trifonov colocou o endereço da sede do Tinder, situada em Los Angeles.

De acordo com os fundadores, o 3nder, que está disponível para iOS e Android, já conta com mais de um milhão de usuários e possibilita que as pessoas usem nomes fictícios, além de manter a privacidade por não revelar a utilização do app aos amigos do Facebook.

Via The Guardian

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