Seis tendências para o mercado de TI não parar de crescer

Por Colaborador externo

Por Marco Fonseca*

A economia brasileira segue em crise e muitos setores convivem com um período de recessão. No entanto, para a área de tecnologia, a expectativa é positiva: a consultoria IDC estima um aumento de 2,5% nos investimentos de TI ao longo desse ano. Ao invés de somente comemorar a estatística, é preciso se planejar, pois o crescimento deve ser pautado pela eficiência e diferenciação em cada projeto. Assim, é necessário estar por dentro de tudo o que acontece no setor para se antecipar à concorrência. Confira seis dicas que podem impulsionar ainda mais o crescimento do seu negócio:

Digitalização – segue como destaque para grandes e pequenas empresas – o mesmo levantamento da IDC indica que 54% delas devem participar de projetos de transformação digital, impactando investimentos em big data, social, mobile e cloud – ferramentas essenciais para a tomada de decisões de qualquer empresa.

Internet das Coisas – a expressão é citada por profissionais e acadêmicos há, pelo menos, dois anos, mas é agora que os primeiros projetos práticos começam a aparecer e ganham destaque. De relógios a carros, passando por geladeiras e iluminação residencial, tudo pode ser conectado hoje em dia. Até a famosa balança que fica no seu banheiro, pode transferir dados para os aplicativos que monitoram peso. A recomendação é ficar atento às novidades e descobrir tendências que possam ser compartilhadas.

Outros dispositivos – após um boom nos últimos anos, o mercado de smartphones se estabilizou no Brasil e o número de vendas dos dispositivos móveis, PCs e notebooks, em 2016, deve ficar abaixo em relação ao ano anterior. Portanto, o momento é oportuno para pesquisar outras tecnologias que ainda não se popularizaram, como impressoras 3D e os vestíveis (pulseiras e outros acessórios inteligentes, por exemplo).

Pagamento por smartphone – segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), 30% das compras online neste ano devem ser feitas por meio de dispositivos móveis. Assim, os pagamentos mobile estarão em alta, impulsionados pelos usuários que recorrem aos aplicativos para organizar contas.

Analytics – seja no Brasil ou no mundo, as ferramentas de análise estão se proliferando pela necessidade dos empresários obterem relatórios eficientes sobre a operação e os processos que envolvem seu negócio. Na pesquisa da IDC, por exemplo, soluções analíticas devem movimentar US$ 811 milhões até o fim de 2016.

Computação em nuvem – outro segmento que se estabeleceu no Brasil é o cloud computing. Isso porque a área de TI passa a ser vista como um setor de custo variável e que precisa adequar os recursos de acordo com a demanda da empresa - algo facilitado por projetos em cloud. Simplesmente tudo pode estar na nuvem. Um livro caixa, um controle de estoque, arquivos de material publicitário, etc. E acessíveis de qualquer lugar.

*Marco Fonseca é Gerente Executivo de Infraestrutura da Locaweb

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