Inovação e resiliência para driblar a crise

Por Colaborador externo | 03 de Outubro de 2016 às 21h12

Por Marco Stefanini*

Às vezes me perguntam qual é a receita para superar momentos de crise. Acredito que seja uma somatória de tudo: o DNA da própria empresa, que já vivenciou vários cenários econômicos desafiadores ao longo dos últimos 29 anos; a renovação das ofertas, investimentos contínuos em inovação e em gestão de pessoas, bem como o desenvolvimento de soluções que agreguem valor às estratégias de negócios dos clientes.

Na crise, precisamos aprender o exercício da superação, encontrando maneiras de manter ou de superar o desempenho e as expectativas do mercado, com melhoria de processos, automação e diversificação de ofertas para várias verticais – indústria, bancos, seguros, governo, varejo, entre outras.

A empresa já nasceu com perfil de resiliência e, ao longo das últimas décadas, tem exercido essa característica com todo vigor, estimulando a adaptação e flexibilidade para oferecer soluções que me melhor se adequem ao perfil das corporações e ao momento atual de cada uma delas. Paralelamente, estamos passando por uma forte transformação investindo em inovação, além de realizar uma série de movimentações – aquisições, fusões e joint-ventures – para complementar o portfólio e ampliar o leque de atuação em novos setores.

Antenada às principais tendências tecnológicas, a companhia conta uma estrutura robusta para implementar mudanças importantes para que os clientes se preparem para a era da Internet das Coisas e da Indústria 4.0. Hoje, conseguimos montar um banco 100% digital para qualquer instituição, promover o engajamento dos clientes com campanhas de fidelização, oferecer uma assistente virtual capaz de compreender e processar solicitações via texto e voz de maneira rápida, eficiente e intuitiva, além de garantir mais eficiência operacional para as estruturas de backoffice.

E para garantir que os processos sejam mais ágeis e eficazes, as ofertas de Business Process Outsourcing (BPO) podem ser uma boa solução. A demanda por elas tem crescido tanto que anunciamos o processo de internacionalização das ofertas, que contará com quatro delivery centers principais - Brasil, Filipinas, México e Romênia, que são países com operações consolidadas e com grande oportunidade para agregar valor às ofertas de BPO.

Novas tecnologias exigem uma energia muito grande e nem sempre se traduzem em receita imediata, mas algo para o futuro. O ideal é mesclar ofertas tradicionais com soluções disruptivas, que certamente farão a diferença no futuro. As oportunidades estão aí e precisamos aproveitá-las. Cenários econômicos instáveis, quando bem explorados, podem resultar em melhorias significativas para os negócios.

*Marco Stefanini é CEO Global do Grupo Stefanini, quinta empresa mais internacionalizada segundo Ranking da Fundação Dom Cabral 2015

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