Google vai fechar o cerco contra extensões que levam spam ao Chrome

Por Douglas Ciriaco | 30 de Abril de 2020 às 16h30
Gerd Altman/Pixabay
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O Chrome não foi o primeiro navegador a usar extensões para ampliar suas funcionalidades, mas foi o aplicativo do gênero capaz de expandir a níveis estratosféricos a quantidade dos chamados add-ons disponíveis a seus utilizadores. Contudo, isso também veio acompanhado de problemas e a empresa anunciou hoje (30) novas diretrizes que devem ser seguidas por desenvolvedores que querem publicar conteúdos na Chrome Web Store.

Chrome Web Store deve se tornar mais segura. (Imagem: Reprodução/Chrome Web Store)

A nova política estabelecida pelo Google proíbem as seguintes práticas:

  • Conteúdo repetitivo (o mesmo desenvolvedor não poderá criar várias extensões que realizam a mesma tarefa);
  • Informações enganosas (seja na descrição do app, no nome do desenvolvedor ou nas imagens usadas para promover o conteúdo);
  • Extensões que apenas direcionam o usuário para um site ou aplicativo;
  • Abuso de notificações que exibem spam, anúncios, tentativas de phishing ou outro tipo de conteúdo indesejado;
  • Envio de mensagens ao usuário sem que ele tenha a opção de consentir com o envio antes de receber a primeira mensagem.

Todos os desenvolvedores responsáveis por cada uma das mais de 200 mil extensões atualmente disponíveis na Chrome Web Store precisarão adaptar seus apps às novas diretrizes da empresa. Eles têm até o dia 27 de agosto para completar essa alteração e, caso não o façam, terão seu conteúdo removido da loja.

A Google mantém uma página de perguntas frequentes para tirar dúvidas a respeito da nova política e ela pode ser lida na íntegra no site oficial de desenvolvedores da empresa.

Fonte: Google (12)

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