Xiaomi estipula meta de US$ 14,5 bilhões em vendas para 2017

Por Redação | 12 de Janeiro de 2017 às 12h18

Nesta quinta-feira (12), a chinesa Xiaomi apontou que pretende vender 100 bilhões de yuans (equivalente a US$ 14,47 bilhões) em 2017. A meta foi divulgada pelo cofundador da empresa, Lei Jun, depois de enfrentar um ano complicado em 2016, quando a Xiaomi caiu no ranking dos maiores vendedores de smartphones devido a uma reformulação nos seus negócios.

Durante uma reunião anual realizada em Pequim, Jun disse que "o pior já passou" e que este ano planeja abrir mais 200 lojas Mi Home, totalizando 1.000 lojas nos próximos três anos. Isso significa que a operação de varejo off-line da Xiaomi será fortalecida, o que é muito bom para a empresa, uma vez que o comércio eletrônico representa apenas 20% do mercado de smartphones da China.

Ainda de acordo com o executivo, o desenvolvimento de inteligência artificial e financiamento pela internet também estará entre as estratégias de crescimento de 2017.

Com apenas sete anos de idade, a Xiaomi rapidamente se tornou a startup mais valiosa do mundo e sempre teve a expectativa de se tornar uma espécie de Apple chinesa. No entanto, os planos começaram a desmoronar quando a companhia saiu do top 5 de maiores vendedores de smartphones da China em 2016, depois de alcançar o segundo lugar em 2015.

A empresa então resolveu mudar sua estratégia para bater de frente com a concorrência entre os compatriotas Huawei, Oppo e Vivo. Outro fator que não ajudou 2016 a ser um bom ano para a Xiaomi foi o fato de que o mercado global de smartphones estagnou.

Os resultados financeiros da Xiaomi no ano passado não foram detalhados, mas o chefão da empresa disse que ela ficou entre os três maiores vendedores de smartphones da Índia, com vendas de mais de US$ 1 bilhão e receita proveniente do seu ecossistema de hardwares inteligente ultrapassando a marca de 15 bilhões de yuans.

Fonte: Reuters

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