Pessoa foi encontrada morta na sede da Apple, dizem fontes

Por Redação | 27 de Abril de 2016 às 15h08

O dia começou de forma tétrica no quartel-general da Apple em Cupertino, no estado americano da Califórnia. De acordo com informações da polícia da região, uma pessoa foi encontrada morta em uma das salas de conferência do campus da empresa, no que uma ligação para os serviços de emergência citou como um possível suicídio.

As informações ainda são desencontradas e extraoficiais. Inicialmente, acreditava-se ser uma mulher, mas mais tarde a suposta vítima foi confirmada como um homem. Além disso, de acordo com a comunicação de rádio entre policiais no local e a central, o cadáver teria um ferimento na cabeça, causado por uma arma. Testemunhas teriam afirmado, ainda, que o indivíduo teria se envolvido em uma discussão minutos antes do ocorrido, a ponto de estar sendo escoltado para fora do prédio pela segurança.

As informações não foram confirmadas pela polícia, mas fotos publicadas nas redes sociais mostram pelo menos um carro de polícia estacionado em frente ao campus da Apple. As autoridades afirmam apenas que estão investigando o caso e nem mesmo falam em morte, dizendo apenas que darão mais informações sobre o assunto quando elas estiverem disponíveis.

O mesmo vale para a Apple, que se mantém calada sobre o caso. Não se sabe, por exemplo, se a suposta vítima é um funcionário da companhia ou um visitante, nem os motivos que teriam levado à discussão citada no rádio da polícia, se é que ela realmente existiu. A empresa tem uma tendência a não comentar sobre nada antes de confirmações oficiais. É claro, isso se refere mais a seus produtos, mas a postura deve ser a mesma em casos ainda mais graves, como este.

Desde cedo, a Apple vinha aparecendo nas manchetes do noticiário de tecnologia, não devido a este caso, mas sim, pela primeira queda trimestral nas vendas de iPhones desde 2003. O resultado abaixo do esperado levou a uma queda de mais de 7% nas ações da Maçã nesta quarta-feira (27).

Fonte: TMZ, Matt Keller (Twitter)