Tim Cook rebate críticas e garante que Apple vai reverter números ruins

Por Redação | 03 de Maio de 2016 às 07h00

As vendas da Apple caíram pela primeira vez desde 2003, e as previsões dizem que o iPhone não venderá tão bem em 2016, deixando a Maçã atrás da concorrência. O Apple Watch também não tem apresentado bons números, tendo apresentado uma queda de 50% nas vendas no primeiro trimestre do ano. Com esse cenário, que pode parecer um filme de terror para a empresa de Cupertino, o canal norte-americano CNBC chamou Tim Cook, CEO da empresa, para uma conversa no programa “Mad Money”.

Nele, o executivo mostrou um pouco do outro lado da moeda e tentou rebater os argumentos que dizem que o iPhone já chegou a seu ápice, somente restando a queda daqui em diante. Cook disse ao apresentador Jim Cramer que a companhia tem algumas cartas na manga bastante interessantes para reverter a situação.

O CEO revelou que oferecerá novos iPhones que incentivarão as pessoas que já utilizam iPhones a fazerem o upgrade para modelos mais recentes, e também disse que “nós iremos oferecer coisas que vocês não podem viver sem, mas que ainda não sabem que precisam”. Aquele tipo de coisa “que você lembra do passado e pensa ‘como eu conseguia viver sem isso?'”, disse.

Quanto à queda na venda dos últimos modelos do iPhone, Cook acredita que esteja havendo uma reação exagerada por parte da mídia e do mercado. “O que estamos vendo é que as pessoas estão atualizando seus aparelhos com menos frequência do que vimos no ano passado, mas ainda mais do que no ano anterior”, informou o executivo. Além disso, todo o mercado de smartphones está apresentando uma retração nas vendas, e as empresas mais afetadas são justamente as líderes - Apple e Samsung.

Já com relação ao fraco desempenho na procura do público pelo Apple Watch, Cook ainda se mostrou otimista, lembrando da época em que o iPod foi lançado - na ocasião, o aparelho não apresentou uma explosão imediata de vendas, tornando-se um dos produtos de maior sucesso da Maçã cerca de três ou quatro anos após sua chegada às prateleiras. Para o CEO, o smartwatch da Apple traçará destino parecido ao do player de músicas.

Fonte: CNBC

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