Recall: Samsung passou por situações semelhantes em 1994 e 2009

Por Redação | 05 de Setembro de 2016 às 21h26

O Galaxy Note7 foi incrivelmente bem recebido, a ponto de esgotar em diversos países e criar fila de espera. Talvez seja por causa disso que o recall emitido pela sul coreana tenha surpreendido tantas pessoas. A empresa dominou as vendas de smartphones do primeiro semestre e começou o segundo com altas expectativas para o Note7, mas foi atingida pelos sucessivos relatos que os aparelhos estavam explodindo. Apesar do susto, a rápida ação de reparação para com seus clientes tem sido positiva para a imagem da empresa, e isso pode ser devido à experiência.

Em 1994, a Samsung também se viu obrigada a emitir um recall para uma linha de aparelhos de telefone sem fio. Em 2009, foi a vez de repor 210 mil unidades de refrigeradores que também estavam explodindo espontaneamente.

Há 20 anos, foi identificado que 11,8% dos telefones sem fio estavam defeituosos, apesar da tecnologia em questão já estar bem desenvolvida, o que fez com que 150 mil unidades fossem devolvidas às fábricas. Cerca de dois mil funcionários testemunharam a destruição dos aparelhos, talvez como demonstração das consequências da falha na produção.

Após as explosões do Galaxy Note7, a companhia está oferecendo aos compradores os modelos Galaxy S7 e Galaxy S7 Edge mais a diferença de valor ou então o total reembolso por quem optar por desistir de usar os telefones da marca. Apesar de não ter se pronunciado oficialmente, especialistas calcularam que o recall vai acabar custando cerca de US$ 1 bilhão.

Fonte Phone Arena

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